A aviação comercial serve como um termômetro da mobilidade humana: onde há demanda, há voos. Em 2025, os dados apontam um cenário marcado pela predominância de rotas domésticas asiáticas no topo do ranking global.
Isso é reflexo de mercados maduros, alta densidade populacional e infraestrutura aeroportuária eficiente. Já nas rotas internacionais, a interconexão dentro do próprio continente asiático continua dominante, com apenas uma exceção ocidental: a icônica ligação entre Nova York e Londres.
Veja a seguir os rankings elaborados a partir da quantidade de assentos ofertados (não necessariamente a quantidade de passageiros voados) compilados pela consultoria britânica OAG, especializada em inteligência do setor aéreo.













