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Parece cansado? E está mesmo. Depois de dois dias puxados na Rio Innovation Week, o robô da startup paulistana Pluginbot estava exausto, com zero energia, nesta quarta (05/08), no Píer Mauá. Era apenas consequência de passar o dia dançando, brincando, posando para selfies e conversando com centenas de pessoas – coisa que muito humano não teria a mínima disposição.
Esse robô não é o Tobias, citado na coluna, mas um “primo tecnológico”. A Pluginbot, fundada em 2017, não fabrica os corpos mas desenvolve a plataforma de inteligência que funciona como o “cérebro” dessas máquinas, permitindo que robôs de diferentes fabricantes conversem, atendam, interajam e personalizem a experiência com o público.
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Além do robô humanoide, a empresa levou ao evento um cão-robô de quatro patas, daqueles de um filme de ficção científica, ágil, que sobe obstáculos, faz manobras e demonstra aplicações que vão de inspeções técnicas ao entretenimento.
Outro estande com robôs é o da UFRJ, com destaque para uma mão robótica criada pelo pesquisador Joel Ramos durante seu doutorado no Programa de Pós-Graduação em Informática (PPGI). A tecnologia reconhece, em tempo real, movimentos da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e os reproduz por meio de um braço. “A minha visão é que a robótica humanoide pode e deve ser usada para o bem. A ideia é que as crianças aprendam de forma divertida, interagindo com o robô e tendo as sílabas de Libras como uma segunda língua na prática”, explica Joel.
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