O Ebitda recorrente, indicador que mede a geração de caixa, alcançou R$ 2,87 bilhões, crescimento de 45,7%. A companhia citou maior volume faturado, reajustes tarifários e redução de custos e despesas operacionais. A margem Ebitda ficou em 62,5%, alta de 13,4 pontos percentuais.
A dívida líquida Proforma chegou a R$ 51,13 bilhões ao fim de junho. A alavancagem, a relação entre a dívida e a geração de caixa, ficou em 4,33 vezes, ante 4,13 vezes no segundo trimestre de 2025. A companhia atribuiu a variação anual ao maior endividamento, à marcação a mercado de derivativos e a ajustes contábeis que afetaram o Ebitda dos últimos 12 meses.
Os investimentos totais somaram R$ 3,81 bilhões no primeiro semestre, crescimento de 27,5%. O montante incluiu R$ 402,0 milhões em outorgas e R$ 3,41 bilhões em, indicador de investimento da empresa. Segundo a companhia, os projetos se concentraram na ampliação da cobertura de esgoto e no início de novas operações.
Aegea aprovou aporte de R$ 2,1 bilhões. Injeção de recursos será integralizada em até cinco dias úteis. Segundo a companhia, os recursos tiveram o objetivo de reforçar a estrutura de capital e acelerar o processo de desalavancagem.
Administração afirmou que revisou o plano de investimentos para priorizar projetos ligados à expansão dos serviços e à geração de receita. Também seguimos revisando o plano de investimentos, priorizando projetos diretamente relacionados à expansão dos serviços e à geração de receita, com redução de aproximadamente R$ 500 milhões previsto para 2026, afirmou a administração.
A companhia informou que seu plano de contingenciamento previa reduzir em R$ 1,25 bilhão o consumo anual de caixa. O plano compreendia redução de R$ 500,0 milhões em capex em 2026 e 2027 e contingenciamento anual de R$ 750,0 milhões em custos operacionais, dos quais R$ 352,0 milhões já haviam sido capturados.

















