A receita líquida consolidada somou R$ 2,69 bilhões, alta de 3,3% em um ano. A companhia atribuiu o crescimento ao desempenho integrado da indústria, do varejo e dos serviços financeiros.
A receita de vestuário alcançou R$ 1,75 bilhão, avanço de 8,9%. Segundo a companhia, o início mais tardio do inverno e o impacto da Copa do Mundo no fluxo de clientes nas lojas afetaram o período.
O Ebitda (indicador que mede a geração de caixa) ajustado consolidado chegou a R$ 460,6 milhões, alta de 12,7%. A margem avançou 1,4 ponto percentual, para 17,1%. A companhia atribuiu o resultado à combinação de crescimento e ganhos contínuos de eficiência.
O Capex (indicador de investimento da empresa) totalizou R$ 156,1 milhões, alta de 31,1%. A companhia atribuiu o aumento à automação do centro de distribuição de São Paulo e às reformas de lojas no conceito Incrivelmente Brasil.
Os comparativos gerenciais do segundo trimestre de 2025 excluíram a Midway Mall. A Riachuelo vendeu a operação em dezembro de 2025, enquanto os anexos contábeis mantiveram a Midway Mall nos números do período anterior.
No primeiro semestre, a Riachuelo lucrou R$ 173,0 milhões, alta de 123,5% em um ano. A receita líquida atingiu R$ 5,01 bilhões, avanço de 4,9%, e o Ebitda ajustado somou R$ 728,4 milhões, alta de 13,2%.

















