O levantamento avalia exclusivamente a limpeza das cabines das aeronaves, não envolvendo salas VIP ou aeroportos. Entram na conta desde a condição dos assentos até carpetes, paredes, mesas, compartimentos de bagagem e banheiros, sempre a partir da percepção de quem efetivamente voou.
Em 2025 o domínio de aéreas asiáticas manteve destaque.
A presença recorrente de empresas do Leste Asiático reflete padrões culturais mais rígidos de higiene, além de processos de limpeza mais detalhados e tempos de solo ajustados para esse tipo de cuidado. Se a limpeza demora muito, é preciso ajustar o tempo em que a aeronave ficará sem voar, senão pode atrasar a decolagem
Destaques regionais
Veja as melhores colocadas por região:
- África: Airlink (África do Sul)
- América do Norte: Delta Air Lines (Estados Unidos)
- América do Sul: Latam (Chile)
- Ásia: EVA Air (Taiwan)
- Ásia Central e a CEI (Comunidade dos Estados Independentes): Azerbaijan Airlines (Azerbaijão)
- Austrália e Pacífico: Qantas Airways (Austrália)
- China: Hainan Airlines (China)
- Europa: Finnair (Finlândia)
- Índia e Sul da Ásia: IndiGo (Índia)
- Oriente Médio: Qatar Airways (Catar)
Embora não figure entre as dez mais limpas no ranking global específico de cabine, a Latam aparece como a melhor colocada na América Latina quando comparada a outras dezenas companhias da região.
O que é levado em consideração?
A avaliação da Skytrax se baseia exclusivamente na experiência do passageiro. Os questionários apresentados aos viajantes analisam a limpeza visual e percebida de áreas de alto contato, como bandejas, cintos de segurança, apoios de braço, telas individuais e bolsos dos assentos.
Também pesam a condição dos carpetes, a presença de resíduos visíveis, odores na cabine e o estado geral dos lavatórios. Não há auditoria técnica nem inspeções presenciais da consultoria. O ranking reflete, portanto, a consistência da limpeza ao longo do tempo, sob o olhar de quem utiliza o serviço.
Sujeira além do banheiro
Pesquisas revelam que as superfícies contaminadas em termos de microrganismos não ficam apenas no banheiro, mas estão diretamente ligadas ao uso frequente e ao contato direto dos passageiros.
Bandejas retráteis, apoios de braço e revestimentos de assentos tendem a acumular uma diversidade significativa de microrganismos, potencialmente incluindo aqueles que apresentam riscos à saúde. Isso, justamente, por serem tocados repetidamente e dificilmente limpos em profundidade entre voos, ao contrário dos banheiros, que são limpos com mais frequência.
Reportagem
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