
Continua após publicidade
Secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade sob a batuta de Paulo Guedes no governo de Jair Bolsonaro e agora responsável pela plataforma econômica do ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo), Carlos da Costa afirma que o plano em caso de vitória nas urnas é privatizar a Petrobras, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal já em 2027 e vender ao menos um quarto dos imóveis da União, além de enxugar as políticas sociais “multiplicadas sem eficácia” por Lula.
O conselheiro econômico de Zema explica que o Novo se inspirou na plataforma desenhada pelo think tank conservador Heritage Foundation para Donald Trump nos Estados Unidos e instou o Instituto Libertas, braço de pensamento político do partido brasileiro, a repetir a experiência: escrever de antemão todos os atos normativos que o mineiro quer assinar ao assumir o Palácio do Planalto e treinar cerca de 400 pessoas de acordo com o ideário da legenda, que estariam prontas para ser nomeadas no dia da posse.
O plano econômico do ex-governador de Minas se divide em quatro pilares: equilibrar as contas públicas, zerar o “custo Brasil”, preparar o Brasil para o trabalho do século 21 e salvar o brasileiro das dívidas. “Queremos cortar gastos em 2% do PIB logo no primeiro ano, com combate a fraudes, fim de privilégios, equilíbrio da Previdência, desvinculação de gastos e um programa ousado de privatizações, começando, no primeiro ano, com Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, que, conjuntamente, representam 70% do valor das empresas públicas”, declarou Costa a VEJA.
A venda de pelo menos um quarto do patrimônio imobiliário da União renderia, segundo ele, de 200 a 250 bilhões de reais.
No lado fiscal, Zema planeja reinstalar o teto de gastos, congelando o aumento das despesas acima da inflação, e instituir um gatilho automático para, toda vez que a arrecadação tributária aumentar, as alíquotas caírem. Contra o endividamento, quer colocar na rua uma versão de crise do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), em que o governo entra com a garantia parcial de dívidas de empresas que “são operacionalmente saudáveis, mas estão asfixiadas pelos juros”. Para as pessoas físicas, a solução seria o chamado open scoring, em que, mediante autorização de cada pessoa, instituições financeiras ganhariam acesso a todos os seus dados para oferecer crédito ao menor custo possível.
Domine o fato. Confie na fonte.
15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.
OFERTA RELÂMPAGO
Digital Básico
A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
De: R$ 14,99/mês Apenas R$ 2,99/mês
*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).

Continua após publicidade
Secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade sob a batuta de Paulo Guedes no governo de Jair Bolsonaro e agora responsável pela plataforma econômica do ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo), Carlos da Costa afirma que o plano em caso de vitória nas urnas é privatizar a Petrobras, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal já em 2027 e vender ao menos um quarto dos imóveis da União, além de enxugar as políticas sociais “multiplicadas sem eficácia” por Lula.
O conselheiro econômico de Zema explica que o Novo se inspirou na plataforma desenhada pelo think tank conservador Heritage Foundation para Donald Trump nos Estados Unidos e instou o Instituto Libertas, braço de pensamento político do partido brasileiro, a repetir a experiência: escrever de antemão todos os atos normativos que o mineiro quer assinar ao assumir o Palácio do Planalto e treinar cerca de 400 pessoas de acordo com o ideário da legenda, que estariam prontas para ser nomeadas no dia da posse.
O plano econômico do ex-governador de Minas se divide em quatro pilares: equilibrar as contas públicas, zerar o “custo Brasil”, preparar o Brasil para o trabalho do século 21 e salvar o brasileiro das dívidas. “Queremos cortar gastos em 2% do PIB logo no primeiro ano, com combate a fraudes, fim de privilégios, equilíbrio da Previdência, desvinculação de gastos e um programa ousado de privatizações, começando, no primeiro ano, com Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, que, conjuntamente, representam 70% do valor das empresas públicas”, declarou Costa a VEJA.
A venda de pelo menos um quarto do patrimônio imobiliário da União renderia, segundo ele, de 200 a 250 bilhões de reais.
No lado fiscal, Zema planeja reinstalar o teto de gastos, congelando o aumento das despesas acima da inflação, e instituir um gatilho automático para, toda vez que a arrecadação tributária aumentar, as alíquotas caírem. Contra o endividamento, quer colocar na rua uma versão de crise do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), em que o governo entra com a garantia parcial de dívidas de empresas que “são operacionalmente saudáveis, mas estão asfixiadas pelos juros”. Para as pessoas físicas, a solução seria o chamado open scoring, em que, mediante autorização de cada pessoa, instituições financeiras ganhariam acesso a todos os seus dados para oferecer crédito ao menor custo possível.
Domine o fato. Confie na fonte.
15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.
OFERTA RELÂMPAGO
Digital Básico
A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
De: R$ 14,99/mês Apenas R$ 2,99/mês
*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).
























