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Em abril último, quando recebeu mais de 30 lideranças indígenas em seu gabinete, a presidente do Superior Tribunal Militar (STM), Maria Elizabeth Rocha, ouviu um rosário de queixas sobre o tratamento dispensado pelos militares nas comunidades indígenas onde as Forças Armadas atuam.
Mesmo ressaltando a importância do trabalho dos militares, os líderes reclamaram da falta de respeito às tradições e culturas dos povos originários. Outra reclamação é quanto à representatividade indígena nas Forças Armadas, onde o acesso é permitido apenas às funções de base – seus filhos querem ser oficiais, suboficiais, e não apenas soldados recrutas.
A ministra Maria Elizabeth acredita que uma mudança de mentalidade e de comportamento dos militares é possível por meio do letramento antidiscriminatório nas escolas de formação das Forças Armadas, nos colégios militares e nos projetos educativos e sociais mantidos pelo Exército nas reservas indígenas – uma ação que vai promover no Observatório Pró-Equidade da Justiça Militar, que lança nesta terça-feira, 27, em evento no STM.
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