
Continua após publicidade
Desde que começou na quinta-feira, 12 de fevereiro, o Festival Internacional de Cinema de Berlim tem chamado atenção mais pelas polêmicas declarações de seus participantes do que pelos filmes apresentados — onda que começou quando o cineasta alemão Wim Wenders declarou que diretores “têm que ficar longe da política”. Dias depois, neste domingo, 15, o festival publicou comunicado oficial em defesa de tais afirmações, na contramão das fortes críticas que têm recebido.
Tricia Tuttle, diretora do festival, afirmou que “artistas podem exercer a liberdade de expressão da forma que quiserem”. Segundo ela, não é dever dos cineastas “comentar todos os debates mais amplos sobre as práticas anteriores ou atuais de um festival que não controlam, tampouco devem se pronunciar sobre toda questão política erguida perante a eles, a não ser que queiram”.
Outro porta-voz do festival argumenta que as polêmicas advêm de coletivas de impressa tiradas de contexto e indiferentes à obra completa e aos valores dos artistas citados.
Na sexta-feira, 13, a escritora indiana Arundhati Roy cancelou sua participação no festival e protestou contra os colegas que esquivaram posicionamentos sobre a questão palestina e o governo Trump, entre outras pautas. “Ouvi-los dizer que a arte não deve ser política é de cair o queixo. É um jeito de anular conversas sobre um crime contra a humanidade ainda que ele aconteça em frente aos nossos olhos em tempo real — sendo que artistas, escritores e cineastas deveriam estar fazendo tudo que podem para acabar com isso”, declarou a intelectual que se opõe ao Estado de Israel.
Para além de Wenders, o ator Rupert Grint, mais conhecido pela saga Harry Potter, também não se declarou politicamente. Questionado sobre “a ascensão do fascismo”, o ex-ator mirim apenas disse que é “obviamente contra”, mas que só comentará a questão a fundo no futuro. Já a atriz chinesa Michelle Yeoh se recusou a analisar o cenário político americano e apenas disse que “é melhor não falar sobre o que não conhece”.
Continua após a publicidade
O Festival de Berlim continua até o próximo domingo, dia 22 de fevereiro. Lá, o cineasta brasileiro Karim Aïnouz acaba de lançar o filme Rosebush Pruning, sátira do declínio de uma família rica na Itália, com astros hollywoodianos feito Elle Fanning e Callum Turner.
Acompanhe notícias e dicas culturais nos blogs a seguir:
- Tela Plana para novidades da TV e do streaming
- O Som e a Fúria sobre artistas e lançamentos musicais
- Em Cartaz traz dicas de filmes no cinema e no streaming
- Livros para notícias sobre literatura e mercado editorial
Domine o fato. Confie na fonte.
15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.
OFERTA LIBERE O CONTEÚDO
Digital Completo
A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
MELHOR OFERTA
Revista em Casa + Digital Completo
Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
De: R$ 55,90/mês
A partir de R$ 29,90/mês
*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.

Continua após publicidade
Desde que começou na quinta-feira, 12 de fevereiro, o Festival Internacional de Cinema de Berlim tem chamado atenção mais pelas polêmicas declarações de seus participantes do que pelos filmes apresentados — onda que começou quando o cineasta alemão Wim Wenders declarou que diretores “têm que ficar longe da política”. Dias depois, neste domingo, 15, o festival publicou comunicado oficial em defesa de tais afirmações, na contramão das fortes críticas que têm recebido.
Tricia Tuttle, diretora do festival, afirmou que “artistas podem exercer a liberdade de expressão da forma que quiserem”. Segundo ela, não é dever dos cineastas “comentar todos os debates mais amplos sobre as práticas anteriores ou atuais de um festival que não controlam, tampouco devem se pronunciar sobre toda questão política erguida perante a eles, a não ser que queiram”.
Outro porta-voz do festival argumenta que as polêmicas advêm de coletivas de impressa tiradas de contexto e indiferentes à obra completa e aos valores dos artistas citados.
Na sexta-feira, 13, a escritora indiana Arundhati Roy cancelou sua participação no festival e protestou contra os colegas que esquivaram posicionamentos sobre a questão palestina e o governo Trump, entre outras pautas. “Ouvi-los dizer que a arte não deve ser política é de cair o queixo. É um jeito de anular conversas sobre um crime contra a humanidade ainda que ele aconteça em frente aos nossos olhos em tempo real — sendo que artistas, escritores e cineastas deveriam estar fazendo tudo que podem para acabar com isso”, declarou a intelectual que se opõe ao Estado de Israel.
Para além de Wenders, o ator Rupert Grint, mais conhecido pela saga Harry Potter, também não se declarou politicamente. Questionado sobre “a ascensão do fascismo”, o ex-ator mirim apenas disse que é “obviamente contra”, mas que só comentará a questão a fundo no futuro. Já a atriz chinesa Michelle Yeoh se recusou a analisar o cenário político americano e apenas disse que “é melhor não falar sobre o que não conhece”.
Continua após a publicidade
O Festival de Berlim continua até o próximo domingo, dia 22 de fevereiro. Lá, o cineasta brasileiro Karim Aïnouz acaba de lançar o filme Rosebush Pruning, sátira do declínio de uma família rica na Itália, com astros hollywoodianos feito Elle Fanning e Callum Turner.
Acompanhe notícias e dicas culturais nos blogs a seguir:
- Tela Plana para novidades da TV e do streaming
- O Som e a Fúria sobre artistas e lançamentos musicais
- Em Cartaz traz dicas de filmes no cinema e no streaming
- Livros para notícias sobre literatura e mercado editorial
Domine o fato. Confie na fonte.
15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.
OFERTA LIBERE O CONTEÚDO
Digital Completo
A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
MELHOR OFERTA
Revista em Casa + Digital Completo
Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
De: R$ 55,90/mês
A partir de R$ 29,90/mês
*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.













