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A segurança pública aparece em diversas pesquisas de opinião como um dos temas de maior preocupação entre os eleitores. O tema deve ser priorizado pelos candidatos à Presidência da República, embora nenhum deles até agora tenha apresentado propostas concretas para enfrentar a criminalidade e erradicar as facções criminosas.
Ainda assim surgiu uma boa notícia: o Atlas da Violência 2026, divulgado há dez dias pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, constatou o menor número de homicídios no Brasil desde 2014.
Dois presidenciáveis estão festejando esses índices: o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo).
Quando tomou posse, em janeiro de 2019, Caiado herdou uma taxa de 38,8 mortes para cada 100 mil habitantes, registrada em 2018. O ex-governador foi reduzindo a taxa anual, que em 2024 já tinha caído para 18,4 mortes, uma queda de mais metade do índice.
Para se ter uma ideia do impacto na vida da população, em 2018 foram assassinadas 2.675 pessoas em Goiás. Em 2024, o número caiu para 1.354 homicídios.
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Romeu Zema também conseguiu diminuir o número de mortes no Estado. Em 2018, a taxa em Minas Gerais estava em 16,2 homicídios por cada 100 mil habitantes. Zema assumiu em janeiro de 2019 e conseguiu reduzir a taxa para 12,8. É ainda uma taxa alta, mas é bem menor que a média nacional, de 20,1 homicídios por 100 mil habitantes.
O levantamento aponta que São Paulo, Santa Catarina e Distrito Federal foram as unidades da federação que apresentaram as menores taxas do país.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), herdou uma taxa baixa, de 7 mortes por 100 mil habitantes, e conseguiu reduzir para 6,6 mortes por 100 mil habitantes, que é disparadamente a menor do país.
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Os maiores índices de homicídios foram registrados no Amapá (45,7 mortes por 100 mil), Bahia (40,9), Pernambuco (37,3) e Ceará (34,3).
No período de 2014 e 2024, o Distrito Federal teve, proporcionalmente, os melhores resultados do país, reduzindo a taxa de homicídios em 66,2% — de 30,5 mortos por cada 100 mil habitantes para 10,3.
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O levantamento aponta que São Paulo, Santa Catarina e Distrito Federal foram as unidades da federação que apresentaram as menores taxas do país.
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