Uma vantagem deste plano é que várias sondas de impacto poderiam ser lançadas contra o 2024 YR4, além de ser possível observar como cada uma delas altera sua trajetória, explicou Bruce Betts, cientista-chefe da Planetary Society, uma organização sem fins lucrativos.
Estima-se que ele tenha entre 40 e 90 metros de diâmetro, aproximadamente metade do tamanho do Dimorphos.
“É preciso ter cuidado para não exagerar”, alertou Moissl, pois se a sonda destruir parcialmente o asteroide, isto poderia gerar fragmentos que também poderiam ir em direção à Terra, acrescentou.
Trator gravitacional, feixes de íons e pintura
Outra ideia é o “trator gravitacional”, que consiste em enviar uma nave de grande massa e posicioná-la perto do asteroide e, sem tocá-lo, usar sua atração gravitacional para afastá-lo da Terra.
Outra estratégia sem contato seria colocar uma espaçonave próxima a este corpo celeste com propulsores que emitissem um “fluxo constante de íons” para empurrá-lo para fora de seu curso, segundo Moissl.













