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Leite sem vacas? Nova tecnologia produz proteína láctea em laboratório

manchete by manchete
31 de maio de 2025
in Saude
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Leite sem vacas? Nova tecnologia produz proteína láctea em laboratório

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Jarra e copo de leite
LEITE – Biotecnologia: técnica permite produção de proteína láctea em laboratório (ThinkStock/VEJA)

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Com recursos naturais finitos e demanda crescente por alimentos, o mundo precisa criar formas de superar esse desafio. Uma das propostas para isso vem de uma startup brasileira: a Future Cow vai produzir proteínas do leite sem a necessidade de vacas.

Apoiada pelo programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), a Future Cow será uma das dez empresas convidadas pela Fapesp para apresentar sua tecnologia no estande da Universidade de São Paulo (USP) na feira internacional VivaTech, um dos maiores eventos de startups e de tecnologia da Europa, que acontecerá entre 11 e 14 de junho em Paris, na França.

“A tecnologia já existe em outros países e vamos poder mostrar na VivaTech que o Brasil também tem”, diz Leonardo Vieira, cofundador e CEO da empresa. “Podemos conquistar investidores que percebam que podemos fabricar no Brasil e exportar para outras localidades. Essa exposição no exterior não é comum para empresas brasileiras.”

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Na VivaTech, o objetivo da Future Cow é se conectar ao ecossistema de inovação, dar visibilidade ao desenvolvimento da tecnologia no Brasil e atrair potenciais parceiros corporativos. “Queremos demonstrar que estamos desenvolvendo proteínas alternativas e, com isso, atrair multinacionais do setor de laticínios para serem nossos clientes.”

Fundada em 2023, a Future Cow quer transformar o mercado de laticínios com a fermentação de precisão, que alia alta tecnologia, sustentabilidade e eficiência produtiva. “Nossa missão é fazer leite sem vaca”, resume Vieira. “A fermentação de precisão é uma tecnologia semelhante à utilizada na produção de cerveja ou vinho.”

O empreendedor explica que a tecnologia consiste em identificar no DNA do animal a sequência genética com as instruções para produzir a proteína do leite, copiá-la e codificá-la em um hospedeiro – que pode ser um fungo, uma levedura ou uma bactéria. Depois, o hospedeiro se multiplica em um tanque de fermentação, com nutrição de uma fonte de caloria.

O resultado é um líquido que, após filtrado e seco, se transforma nas proteínas do leite programadas inicialmente. “Essas proteínas servem como ingredientes para a indústria de alimentos e laticínios, que podem recombinar o produto para criar diversos derivados”, explica.

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A foodtech vai utilizar leveduras como hospedeiros para produzir, inicialmente, caseína e whey protein, duas das principais proteínas encontradas no leite. A caseína é amplamente utilizada na produção de queijos e iogurtes, enquanto o whey é rico em proteínas e muito valorizado no mercado de suplementos alimentares.

Existem, ainda, outras proteínas no leite, cada uma com aplicações específicas. “Uma delas é a lactoferrina, que é extremamente difícil de ser produzida por métodos tradicionais”, conta Vieira. “São necessários 10 mil litros de leite para obter apenas um quilo desse ingrediente.”

Do laboratório para o mercado

Quando começou a operar, a Future Cow se instalou no Parque Tecnológico Supera, em Ribeirão Preto. Lá, produziu os primeiros gramas de proteína do leite a partir da fermentação de precisão. Em seguida, foi selecionada para participar do Programa de Aceleração de DeepTechs (Pace) do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM).

Agora, testa o escalonamento do processo – etapa crítica para empresas de biotecnologia. “Aproximadamente 95% das biotechs morrem quando saem de um ambiente de bancada e vão para uma fábrica-piloto ou outro ambiente relevante”, lembra Vieira. “Estamos muito otimistas de que, com o apoio do CNPEM e a infraestrutura disponível, vamos alcançar o escalonamento de que precisamos para a próxima etapa.”

A startup não pretende substituir completamente o leite animal: em vez disso, quer criar soluções complementares para a indústria. “Quando a fermentação de precisão começou, era tudo muito preto ou branco: ou o produto é animal ou não é animal. Agora vemos modelos mais híbridos”, observa.

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Segundo Vieira, executivos de grandes indústrias de laticínios relatam que já compram todo o leite disponível no mercado. “Eles não conseguem aumentar a produção em 20% ou 30% apenas com a matéria-prima tradicional”, pontua. “Se eles puderem misturar nosso ingrediente com o produto animal para criar um produto híbrido e aumentar a escala, será um ganho significativo”, avalia.

Além disso, outro aspecto relevante é a agenda de descarbonização de grandes empresas. “Mesmo que a fermentação de precisão não substitua completamente o leite animal, uma redução de 10% ou 20% na pegada de carbono de grandes corporações do setor alimentício já representaria um impacto ambiental considerável.”

Potencial brasileiro

O setor de proteínas alternativas produzidas por fermentação de precisão ainda está em estágio inicial, mas já há startups especializadas no segmento ao redor do mundo. “Cada uma segue uma rota tecnológica diferente: há variação no tipo de hospedeiro [fungo, levedura ou bactéria] e nas proteínas-alvo”, detalha Vieira.

O empreendedor destaca que o Brasil tem uma posição estratégica privilegiada para liderar esse mercado globalmente. “O Brasil é o único país do mundo que tem abundância em água, açúcar e energia renovável, que são os três insumos essenciais para a fermentação. É uma oportunidade única para o país”, salienta. “Com essas características, o Brasil pode assumir a vanguarda de uma indústria estratégica para o futuro da alimentação global.”

Análises técnico-econômicas da Future Cow apontam que, em uma escala de 300 mil litros, o custo para produzir proteínas do leite será menor do que o da produção tradicional. Ele lembra que, quando a fermentação de precisão atingir escala industrial e, consequentemente, custos mais baixos, haverá uma disrupção no mercado. “Se nesse momento o Brasil estiver focado apenas na agricultura tradicional, ficaremos para trás.”

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O pesquisador cita a Nova Zelândia como exemplo: o país tem características semelhantes às do Brasil e parte significativa do Produto Interno Bruto (PIB) vem da exportação de leite. “Eles já perceberam que o setor vai mudar e se movimentam para não ficar para trás”, comenta. “Tenho buscado alertar as autoridades governamentais brasileiras sobre esse potencial.”

Perspectivas futuras

A Future Cow já tem uma cepa funcional e agora busca aumentar o rendimento da produção. “Quanto mais a cepa produz, mais cai o preço unitário. Então, otimizamos os processos de fermentação.” A expectativa é que, até o fim de 2026, o produto esteja pronto e disponível para comercialização.

Como se trata de um ingrediente, a empresa não vai vender diretamente para o consumidor final, mas atuar como fornecedora da indústria alimentícia. A abordagem da startup pode facilitar sua entrada no mercado. “Nosso produto, como ingrediente, pode ser incorporado a outros já existentes, sem enfrentar uma barreira de entrada alta.”

Inicialmente, a startup vai comercializar as proteínas já desenvolvidas para depois expandir para outras variedades. “Só depois da primeira comercialização vamos desenvolver outras proteínas”, afirma o empreendedor.

Um aspecto que Vieira ressalta é a combinação de habilidades na Future Cow: enquanto ele traz a experiência em negócios e empreendedorismo, a sócia, Rosana Goldbeck, é doutora em engenharia de alimentos pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e já estudava o cultivo de carne no Brasil. “Esse mix é um diferencial importante, pois junta uma pessoa que entende de negócios e outra que entende da tecnologia.”

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Para Vieira, essa é uma das principais barreiras para que mais inovações saiam das universidades brasileiras e se transformem em produtos comerciais. “O Brasil produz muita ciência, tem muitos artigos científicos, mas a maioria não vira negócio”, lamenta. “É preciso que haja mais conexões entre o ambiente acadêmico e o empreendedorismo no Brasil.”

*Agência FAPESP

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