Em entrevista ao programa Ponto de Vista, da VEJA, nesta segunda, 9, o presidente do PSD, Gilberto Kassab, adotou um tom calculado ao falar do governador paulista Tarcísio de Freitas e de seu papel na eleição presidencial de 2026. Sem cravar cenários, Kassab fez aquilo que a política costuma valorizar: deixou o futuro em suspenso (este texto é um resumo do vídeo acima).
Questionado diretamente se a candidatura de Tarcísio à Presidência estaria descartada, o dirigente foi econômico nas palavras — e preciso no sinal enviado. “A palavra ‘nunca’ não é correta na política”, disse, antes de classificar o governador como “o melhor candidato, o mais preparado e melhor nas pesquisas”.
Por que Kassab evitou fechar a porta para Tarcísio?
A resposta revela mais pelo que não afirma do que pelo que confirma. Kassab reconheceu que Tarcísio tem reiterado publicamente que não será candidato e que pretende disputar a reeleição em São Paulo. Ainda assim, fez questão de sublinhar que, se fosse o nome escolhido pela direita, o PSD já teria uma posição definida de apoio.
Ao preservar Tarcísio no tabuleiro, Kassab sinaliza tanto ao centro quanto à direita que o governador segue sendo uma referência eleitoral — ainda que, por ora, fora da disputa.
Qual será, então, o papel de Tarcísio em 2026?
Segundo Kassab, o governador deverá apoiar Flávio Bolsonaro, por “gratidão e lealdade” ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O dirigente do PSD disse concordar integralmente com essa postura e destacou que Tarcísio é hoje o governador mais bem avaliado de São Paulo, com amplas chances de reeleição.
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Na prática, Tarcísio aparece como um ativo político decisivo, mesmo fora da corrida presidencial: influencia alianças, desloca preferências do centro e mantém seu capital eleitoral preservado.
Onde o PSD se coloca nesse cenário?
Kassab reforçou que o PSD terá candidatura própria em 2026, com três nomes postos: Ratinho Júnior, Eduardo Leite e Ronaldo Caiado. A decisão será tomada até 15 de abril. Ainda assim, ao tratar de Tarcísio como “o melhor candidato”, o presidente do partido indicou que o governador paulista segue sendo uma referência externa capaz de reorganizar forças no campo da centro-direita.
Para o colunista Mauro Paulino, que participou da entrevista, as pesquisas mostram que a polarização volta a se impor quando os nomes são apresentados ao eleitor — e que o centro, historicamente, oscila entre 10% e 15%. Kassab, porém, aposta que um candidato do PSD pode romper esse limite ao longo da campanha.
VEJA+IA: Este texto resume um trecho do programa audiovisual Ponto de Vista (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.
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Qual será, então, o papel de Tarcísio em 2026?
Segundo Kassab, o governador deverá apoiar Flávio Bolsonaro, por “gratidão e lealdade” ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O dirigente do PSD disse concordar integralmente com essa postura e destacou que Tarcísio é hoje o governador mais bem avaliado de São Paulo, com amplas chances de reeleição.
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Para o colunista Mauro Paulino, que participou da entrevista, as pesquisas mostram que a polarização volta a se impor quando os nomes são apresentados ao eleitor — e que o centro, historicamente, oscila entre 10% e 15%. Kassab, porém, aposta que um candidato do PSD pode romper esse limite ao longo da campanha.
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