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Presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), Aloizio Mercadante participou, nesta segunda-feira, do evento de entrega do primeiro trecho do Rodoanel Norte, via que liga as rodovias Presidente Dutra e Fernão Dias. Indicado ao cargo pelo presidente Lula, Mercadante fez um discurso exaltando o petista e fazendo críticas ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) por supostamente omitir a participação do BNDES no financiamento da obra.
“Estou aqui porque 1/3 desta obra, 1 bilhão e 350 milhões de reais, é financiamento do BNDES, porque o presidente não olha o governador, olha o estado, a população e fala: ‘vamos trabalhar juntos pro país melhorar’. E é isso que o país precisa. Em parceria, prefeitos, governadores e União (…). Essa placa aqui tá muito bonita, mas está faltando o BNDES aqui porque 1/3 é crédito do BNDES. E nós temos que reconhecer a parceria para poder fazer mais coisa juntos no futuro”, destacou.
Exaltou, ainda, o ex-governador Mario Covas, que dá nome à rodovia. Segundo Mercadante, Covas foi perseguido pela ditadura militar, e foi homem de “compromisso com a democracia, com o estado de direito, com a liberdade, porque isso é fundamental para o desenvolvimento do país”.
O presidente da entidade ainda ressaltou números que o governo Lula teria alcançado durante a atual gestão, como a “menor taxa de desemprego da história do Brasil e o “maior número de população empregada da história”. “Brigar com fatos não resolve”, completou Mercadante.
As falas de Mercadante foram recebidas com poucos aplausos e nenhuma exaltação.
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Pouco depois, Tarcísio discursou e, sem citar nomes, afirmou que a obra deveria ter ficado pronta em 2016, mas que “ficou parada” por culpa da “corrupção” de outros governos.
“Sobre essa obra se abateu um grande problema, a corrupção. Nós enfrentamos aqui e nós vimos aqui a Operação Lava Jato. Daqueles governos que se acostumaram a viver na corrupção. E por isso essa obra ficou parada. Por causa da Lava Jato e da corrupção”, declarou.
O governador finalizou seu discurso dizendo que a obra somente avançou e foi concluída na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Rodovia concedida, pensada, trabalhada, projetada, licitada, leiloada, com contrato assinado, na gestão do presidente Bolsonaro”, disse.
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Exaltou, ainda, o ex-governador Mario Covas, que dá nome à rodovia. Segundo Mercadante, Covas foi perseguido pela ditadura militar, e foi homem de “compromisso com a democracia, com o estado de direito, com a liberdade, porque isso é fundamental para o desenvolvimento do país”.
O presidente da entidade ainda ressaltou números que o governo Lula teria alcançado durante a atual gestão, como a “menor taxa de desemprego da história do Brasil e o “maior número de população empregada da história”. “Brigar com fatos não resolve”, completou Mercadante.
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O governador finalizou seu discurso dizendo que a obra somente avançou e foi concluída na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
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