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Em resposta emergência em saúde pública decretada pelo governo de São Paulo devido à epidemia de dengue no estado, no dia 19 de fevereiro, a multinacional inglesa de biotecnologia Oxitec intensificou a produção do ‘Aedes do Bem’ em sua unidade de produção em Campinas (SP).
O produto é uma solução validada cientificamente que usa mosquitos Aedes aegypti machos para controlar a população de mosquitos fêmeas da mesma espécie, transmissoras de doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela.
Liberados na natureza por meio de caixas, os Aedes do Bem acasalam com fêmeas presentes no ambiente, e apenas seus descendentes machos chegam à fase adulta, herdando a característica autolimitante e a transferindo para as próximas gerações. Com isso, o número de fêmeas, transmissoras de doenças, cai na região tratada.
A empresa informou que reforçou as contratações para as equipes de produção, controle de qualidade e logística para atender a demanda. A companhia diz ter capacidade para expandir rapidamente sua operação para proteger até 50 milhões de pessoas.
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