“Isso restringe de forma imprudente os negócios da DJI nos EUA e nega sumariamente aos clientes norte-americanos o acesso à tecnologia mais recente”, afirmou a fabricante chinesa de drones.
A decisão da FCC em dezembro significou que DJI, Autel e outras empresas estrangeiras de drones não poderão obter a aprovação necessária da FCC para vender novos modelos de drones ou componentes nos EUA, mas que poderão continuar vendendo as versões existentes.
A FCC não comentou o assunto.
Em dezembro de 2024, o Congresso dos EUA ordenou que DJI e Autel fossem adicionadas à lista de entidades proibidas dentro de um ano, a menos que uma análise de segurança considerasse apropriado continuar as vendas. A ordem da FCC em dezembro proibiu a importação de todos os novos modelos de drones fabricados no exterior e componentes críticos.
A DJI é representada no processo por Travis LeBlanc, ex-chefe do departamento de fiscalização da FCC, e pela ex-procuradora-geral dos EUA Elizabeth Prelogar.
Em janeiro, a agência isentou as importações de alguns novos modelos de drones fabricados no exterior e peças da proibição geral de importação adotada em dezembro até o final de 2026. A isenção não incluiu nenhum drone chinês.













