Segundo levantamento exclusivo do TradeMap para o UOL, com recomendações de bancos, corretoras e casas de análise, atualmente dez instituições têm recomendação para as ações do Itaú (ITUB4), sendo nove recomendações de compra e uma de manutenção ou neutra. Ninguém recomenda venda. As dez instituições que acompanham o Itaú são: XP, BTG, BB Investimentos, UBS, Santander, Ágora, Ativa Investimentos, Terra, Genial e PagBank.
No caso do BB (BBAS3), oito instituições têm recomendações, sendo sete de compra e uma de manter ou neutra. Também não há nenhuma indicação de venda. A cobertura é feita por: XP, BTG, Santander, Ágora, Ativa Investimentos, Terra, Genial e PagBank.
Quando observado o preço-alvo médio para 2025, que indica até quanto a ação pode valorizar neste ano, BBAS3 chega a R$ 35,95, um potencial de alta de 24,57%, enquanto para ITUB4 o preço-alvo médio é de R$ 41,82, o que significa um salto potencial, um pouco maior, de 27,14%. Dessa forma, o Itaú oferece maior potencial de valorização das ações neste ano para os investidores.
Já no quesito dividendos, o Banco do Brasil se destaca com um dividend yield (retorno em dividendos) médio de 10,82% em 2025, superior aos 8,67% que o Itaú pode entregar em proventos neste ano. Em remuneração do acionista, o BB ganha.
Portanto, Tobias não estava falando apenas de cabeça quente quanto afirmou que o BB é melhor que o Itaú. Mas convenhamos que ainda precisa trabalha muito em algumas questões para deixar no chinelo o concorrente privado.
BB está barato por “preconceito”
Questionado também sobre por que a ação BBAS3 segue barata mesmo se tratando do banco mais eficiente da Bolsa — teve um índice de eficiência de 25,6% em 2024 —, Tobias alegou que esse desconto da ação pode ser fruto do “preconceito” pelo fato de o BB ter uma estrutura mista, com 50% de participação do governo.













