Ele afirmou que a media “vai ajudar muita gente a pagar menos juros”. “Hoje a pessoa acaba com necessidade, recorrendo um crédito muito caro, mas isso vai mudar”, disse ele ao lembrar que aposentados e servidores públicos já têm esse benefício. “Já o trabalhador de setor privado ficou desprovido dessa linha de crédito barata. E agora nós criamos condições técnicas”, disse.
Ele criticou o uso do FGTS para pagamento de dívidas. “Algumas pessoas ficaram prejudicadas, foram induzidas o erro”, disse ele ao explicar, ao fazer a opção pelo saco aniversário, no momento da rescisão, “você tem direito a um saque”. “Só que se você fizer o consignado, você perde esse direito e só pode ser exercido dois anos depois. Isso criou muito desconforto entre os trabalhadores que não foram alertados disso”, disse.
Nós vamos oferecer uma nova maneira de crédito para o consignado privado e vamos criar uma regra de transição para quem ficou com o dinheiro preso. Mas vai valer só como regra de transição.
Fernando Haddad, ministro da Fazenda
Todo trabalhador com carteira assinada terá acesso. O objetivo é oferecer crédito mais barato para quem trabalha como CLT. Segundo o governo, cerca de 42 milhões de pessoas podem ser beneficiadas.
Expectativa é gerar uma oferta adicional de de crédito R$ 80 bilhões para esse público. Hoje o crédito consignado é muito mais difundido entre aposentados e funcionários públicos – são cerca de R$ 600 bilhões para esse público, ante R$ 40 bilhões para os trabalhadores CLT. Com a nova plataforma, a expectativa é chegar em R$ 120 bilhões em crédito consignado para os trabalhadores da iniciativa privada.
























