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Há 20 anos, mais precisamente em 7 de agosto de 2006 foi sancionada a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340), marco fundamental no combate à violência doméstica e familiar contra a mulher no Brasil. Mas o que isso tem a ver com o tema desta coluna, que é sobre cachorros?
Acontece que tenho tido notícias, aqui e ali, de casos de homens que, para atingirem mulheres com quem têm ou tiveram relacionamento estão agredindo os cachorros da família. Seria para evitar provas da violência? Cachorro, afinal, não vai até a delegacia. E a denúncia de maus tratos, sabemos, é complicada.
Em abril deste ano, um caso chocou a cidade: Thiago Mattos Rocha afogou o próprio cachorro no mar da praia de Copacabana. O motivo alegado pelo criminoso? Briga familiar. Thiago foi acusado por sua sogra de extorqui-la. A vingança então foi fugir da casa que pertencia à sogra e matar Prince, um American Bully que no caminho para a morte ainda abanava o rabinho, feliz ao lado de quem mais confiava.
Uma rápida pesquisa no Google mostra que os casos de agressão aos animais de estimação de mulheres são inúmeros. Recentemente, no Rio, um peludo pequeno e amedrontado da raça shitzu apareceu no meio do mato na subida do Mundo Novo, que divide Laranjeiras e Botafogo. Um motorista de van de turistas o achou, deu água, levou para uma loja de produtos para animais e começou a divulgação para ver se o tutor ou tutora aparecia. Triste, quase sem comer, o cãozinho parecia pensar: “O que eu fiz?” Ninguém entendia como ele, tão pequeno, foi parar numa estrada tão íngreme e longe de tudo. A resposta veio dois dias depois quando sua tutora chegou na loja, aos prantos, para buscá-lo. Ele havia sido sequestrado pelo ex-marido da tutora, com o único objetivo de atingí-la e abandonado a esmo em um local onde correu risco de vida. Até quando?
FEIRA DE ADOÇÃO
Felizmente, há quem ame os cachorros e cuide deles com muito carinho. É o caso de Hanri Soares, filósofa, psicóloga e jornalista, responsável pela ONG Paraíso do Focinhos, instituição em Guaratiba que cuida de mais de 450 animais. Nos dias 15 e 22/8, das 12h às 18h, ela vai estar com alguns deles na feira de adoção do Moda Prime OFF (um bazar que reúne achados imperdíveis de todas as marcas grandes, médias e pequenas com descontos reais de até 70%), no Fashion Mall.
Domine o fato. Confie na fonte.
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Em abril deste ano, um caso chocou a cidade: Thiago Mattos Rocha afogou o próprio cachorro no mar da praia de Copacabana. O motivo alegado pelo criminoso? Briga familiar. Thiago foi acusado por sua sogra de extorqui-la. A vingança então foi fugir da casa que pertencia à sogra e matar Prince, um American Bully que no caminho para a morte ainda abanava o rabinho, feliz ao lado de quem mais confiava.
Uma rápida pesquisa no Google mostra que os casos de agressão aos animais de estimação de mulheres são inúmeros. Recentemente, no Rio, um peludo pequeno e amedrontado da raça shitzu apareceu no meio do mato na subida do Mundo Novo, que divide Laranjeiras e Botafogo. Um motorista de van de turistas o achou, deu água, levou para uma loja de produtos para animais e começou a divulgação para ver se o tutor ou tutora aparecia. Triste, quase sem comer, o cãozinho parecia pensar: “O que eu fiz?” Ninguém entendia como ele, tão pequeno, foi parar numa estrada tão íngreme e longe de tudo. A resposta veio dois dias depois quando sua tutora chegou na loja, aos prantos, para buscá-lo. Ele havia sido sequestrado pelo ex-marido da tutora, com o único objetivo de atingí-la e abandonado a esmo em um local onde correu risco de vida. Até quando?
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Felizmente, há quem ame os cachorros e cuide deles com muito carinho. É o caso de Hanri Soares, filósofa, psicóloga e jornalista, responsável pela ONG Paraíso do Focinhos, instituição em Guaratiba que cuida de mais de 450 animais. Nos dias 15 e 22/8, das 12h às 18h, ela vai estar com alguns deles na feira de adoção do Moda Prime OFF (um bazar que reúne achados imperdíveis de todas as marcas grandes, médias e pequenas com descontos reais de até 70%), no Fashion Mall.
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