
Continua após publicidade
A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) retoma na tarde deste terça-feira, 3, os trabalhos já com uma mobilização pela abertura de CPI sobre o Rioprevidência. O deputado Flávio Serafini (PSOL) tentará recolher assinaturas – são necessárias 24 – para a instalação de uma comissão que investigue o tamanho do rombo no fundo de aposentadorias dos servidores do estado com os aportes feitos no grupo Master. A expectativa é de que a prisão hoje do ex-presidente Deivis Marcon Antunes ajude a garantir apoios, inclusive na base do governo Cláudio Castro (PL). “A CPI se debruçaria sobre os impactos desse rombo nas aposentadorias e sobre outros movimentos ligados ao Master, como empréstimos que aposentados foram induzidos a adquirir”, afirma o parlamentar, que é presidente da Comissão de Servidores da Alerj.
Uma CPI encabeçada pela oposição precisa de assinaturas da bancada do PT e dos deputados do PSD de Eduardo Paes, além de alguns nomes da situação. Já houve tentativas no passado em outros escândalos em que parlamentares do PT e do PSD não embarcaram, diferente da posição de um pequeno grupo de representantes da base de Castro.
O Rioprevidência aplicou, no total, 2,6 bilhões de reais em ativos vinculados ao Grupo Master. Tal montante foi investido de novembro de 2023 até julho de 2025 e representa mais de 25% dos recursos aplicados pela autarquia. Em novembro do ano passado, Serafini protocolou na Polícia Federal uma petição pedindo a apuração dos crimes de corrupção, peculato e lavagem de dinheiro, o bloqueio de bens dos envolvidos e a realização de auditorias para mitigar o dano ao patrimônio público.

Continua após publicidade
A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) retoma na tarde deste terça-feira, 3, os trabalhos já com uma mobilização pela abertura de CPI sobre o Rioprevidência. O deputado Flávio Serafini (PSOL) tentará recolher assinaturas – são necessárias 24 – para a instalação de uma comissão que investigue o tamanho do rombo no fundo de aposentadorias dos servidores do estado com os aportes feitos no grupo Master. A expectativa é de que a prisão hoje do ex-presidente Deivis Marcon Antunes ajude a garantir apoios, inclusive na base do governo Cláudio Castro (PL). “A CPI se debruçaria sobre os impactos desse rombo nas aposentadorias e sobre outros movimentos ligados ao Master, como empréstimos que aposentados foram induzidos a adquirir”, afirma o parlamentar, que é presidente da Comissão de Servidores da Alerj.
Uma CPI encabeçada pela oposição precisa de assinaturas da bancada do PT e dos deputados do PSD de Eduardo Paes, além de alguns nomes da situação. Já houve tentativas no passado em outros escândalos em que parlamentares do PT e do PSD não embarcaram, diferente da posição de um pequeno grupo de representantes da base de Castro.
O Rioprevidência aplicou, no total, 2,6 bilhões de reais em ativos vinculados ao Grupo Master. Tal montante foi investido de novembro de 2023 até julho de 2025 e representa mais de 25% dos recursos aplicados pela autarquia. Em novembro do ano passado, Serafini protocolou na Polícia Federal uma petição pedindo a apuração dos crimes de corrupção, peculato e lavagem de dinheiro, o bloqueio de bens dos envolvidos e a realização de auditorias para mitigar o dano ao patrimônio público.













