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Depois de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitar, por unanimidade, os pedidos para que a Acadêmicos de Niterói seja impedida de homenagear o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no desfile deste ano, o Partido Novo, autor de uma das ações, disse que não desistirá do processo. Segundo eles, se o petista realmente for candidato, há chances de o julgamento de mérito da ação ser diferente.
“O TSE indeferiu nosso pedido de liminar para barrar a propaganda eleitoral antecipada do Lula na Sapucaí. Mas os ministros foram claros em seus votos: se o que descrevemos na representação se concretizar — e tudo indica que sim —, a irregularidade ficará evidente, inclusive com indícios consistentes de abuso de poder político e econômico, o que pode abrir caminho para a inelegibilidade de Lula”, disse Eduardo Ribeiro, presidente do Novo, no X (antigo Twitter). O perfil do partido disse, também pelas redes sociais, que vai “continuar brigando”.
O TSE indeferiu nosso pedido de liminar para barrar a propaganda eleitoral antecipada do Lula na Sapucaí.
Mas os ministros foram claros em seus votos: se o que descrevemos na representação se concretizar — e tudo indica que sim — a irregularidade ficará evidente, inclusive com…
— Eduardo Ribeiro (@eduribeironovo) February 12, 2026
O Novo e o deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP) foram à Justiça Eleitoral para impedirem o desfile da Acadêmicos de Niterói, que vai homenagear o presidente Lula no seu desfile de Carnaval deste ano. Eles argumentaram que isso poderia configurar um ato antecipado de campanha. O TSE analisou os pedidos liminares (de urgência) nesta quinta-feira, 12, e negou-os por unanimidade.
Para o TSE, a Justiça não deve punir “possível ilícito futuro”, pois, embora Lula já tenha dito em várias ocasiões que disputará um quarto mandato, ele só será oficialmente candidato depois da convenção partidária oficializar seu nome, o que deve acontecer entre julho e agosto deste ano. A decisão desta quinta ainda não é definitiva, porque analisou apenas os pedidos de urgência feitos pelo Novo e por Kataguiri. O mérito, quando for julgado, pode tanto manter a liminar desta quinta quanto revertê-la.
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“O TSE indeferiu nosso pedido de liminar para barrar a propaganda eleitoral antecipada do Lula na Sapucaí. Mas os ministros foram claros em seus votos: se o que descrevemos na representação se concretizar — e tudo indica que sim —, a irregularidade ficará evidente, inclusive com indícios consistentes de abuso de poder político e econômico, o que pode abrir caminho para a inelegibilidade de Lula”, disse Eduardo Ribeiro, presidente do Novo, no X (antigo Twitter). O perfil do partido disse, também pelas redes sociais, que vai “continuar brigando”.
O TSE indeferiu nosso pedido de liminar para barrar a propaganda eleitoral antecipada do Lula na Sapucaí.
Mas os ministros foram claros em seus votos: se o que descrevemos na representação se concretizar — e tudo indica que sim — a irregularidade ficará evidente, inclusive com…
— Eduardo Ribeiro (@eduribeironovo) February 12, 2026
O Novo e o deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP) foram à Justiça Eleitoral para impedirem o desfile da Acadêmicos de Niterói, que vai homenagear o presidente Lula no seu desfile de Carnaval deste ano. Eles argumentaram que isso poderia configurar um ato antecipado de campanha. O TSE analisou os pedidos liminares (de urgência) nesta quinta-feira, 12, e negou-os por unanimidade.
Para o TSE, a Justiça não deve punir “possível ilícito futuro”, pois, embora Lula já tenha dito em várias ocasiões que disputará um quarto mandato, ele só será oficialmente candidato depois da convenção partidária oficializar seu nome, o que deve acontecer entre julho e agosto deste ano. A decisão desta quinta ainda não é definitiva, porque analisou apenas os pedidos de urgência feitos pelo Novo e por Kataguiri. O mérito, quando for julgado, pode tanto manter a liminar desta quinta quanto revertê-la.
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