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Ex-presidente da República, Michel Temer não entra no coro pela anistia dos condenados no 8 de janeiro, mas avalia que seria um “bom caminho” ao STF revisitar as condenações dos bolsonaristas que pegaram penas pesadas, mas não atuaram diretamente na destruição ocorrida na Praça dos Três Poderes.
“A Corte poderia modular as penas alongadas”, diz Temer ao Radar.
Na avaliação de Temer, a evolução desse debate na Corte poderia contribuir para uma eventual pacificação do país.
A anistia aos condenados de 8 de janeiro virou um dos principais cavalos de batalha da oposição contra o Supremo. O tema deve ser explorado na disputa eleitoral de 2026, o que gera desconforto entre ministros da Corte.
“Com Bolsonaro inelegível ou na urna, uma coisa é certa, o STF estará na eleição de 2026”, lamenta um ministro da Corte.
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