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Embora circunscrito à Índia e a Bangladesh, o ressurgimento de casos do vírus Nipah soou o alerta global para a importância de se manter o monitoramento de patógenos emergentes.
Além do microrganismo transmitido por secreções de um gênero de morcego, outros vírus englobam a lista da Organização Mundial da Saúde (OMS) de agentes infecciosos prioritários devido à sua letalidade ou ao potencial pandêmico. Veja em quem as autoridades sanitárias estão de olho.
Gripe aviária
A influenza H5N1 costumava atingir essencialmente aves selvagens e domésticas, mas, nos últimos anos, conseguiu migrar e atacar mamíferos como vacas e leões marinhos. Também houve algumas ocorrências entre humanos, que tiveram contato com aves contaminadas. A transmissão entre pessoas é rara, mas, caso o vírus sofra mutações, pode ser mais bem-sucedido nisso, abrindo caminho a uma pandemia terrível devido ao alto índice de mortalidade desse tipo de gripe.
Ebola
Vírus por trás de uma doença hemorrágica altamente letal – até 90% dos infectados podem morrer. Provoca surtos desde os anos 1960 na África. O reservatório natural mais provável é uma espécie de morcego. Embora o risco de uma pandemia seja remoto, pode colapsar sistemas de saúde locais.
Doença de Marburg
O vírus é um “primo” do ebola, batizado em razão da cidade alemã onde foi identificado pela primeira vez. Também causa febre hemorrágica e mobiliza cientistas em busca de uma vacina ou antídoto.
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Coronavírus
Grupo de vírus respiratórios que esteve ligado à pandemia de covid-19 e às epidemias de SARS e MERS – a primeira na região da China, a segunda no Oriente Médio. As autoridades estão de olho neles pela capacidade de mutação, que poderia lhes conferir maior transmissibilidade e gravidade.
Febre de Lassa
Doença infecciosa viral que vem de roedores e por ora se encontra restrita a algumas áreas do continente africano. Pode levar à falência de órgãos.
Zika
O vírus, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue), esteve por trás de uma epidemia no Brasil entre 2015 e 2016. Embora em adultos em general não seja tão catastrófico, está ligado a complicações na gravidez e a casos de malformação do crânio e do cérebro de bebês – a microcefalia.
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Febre da Crimeia-Congo
Moléstia provocada por um patógeno disseminado por carrapatos. Surtos na Rússia e na África deram origem ao seu nome. Já desatou episódios em regiões asiáticas, europeias e africanas.
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*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.

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Gripe aviária
A influenza H5N1 costumava atingir essencialmente aves selvagens e domésticas, mas, nos últimos anos, conseguiu migrar e atacar mamíferos como vacas e leões marinhos. Também houve algumas ocorrências entre humanos, que tiveram contato com aves contaminadas. A transmissão entre pessoas é rara, mas, caso o vírus sofra mutações, pode ser mais bem-sucedido nisso, abrindo caminho a uma pandemia terrível devido ao alto índice de mortalidade desse tipo de gripe.
Ebola
Vírus por trás de uma doença hemorrágica altamente letal – até 90% dos infectados podem morrer. Provoca surtos desde os anos 1960 na África. O reservatório natural mais provável é uma espécie de morcego. Embora o risco de uma pandemia seja remoto, pode colapsar sistemas de saúde locais.
Doença de Marburg
O vírus é um “primo” do ebola, batizado em razão da cidade alemã onde foi identificado pela primeira vez. Também causa febre hemorrágica e mobiliza cientistas em busca de uma vacina ou antídoto.
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Doença infecciosa viral que vem de roedores e por ora se encontra restrita a algumas áreas do continente africano. Pode levar à falência de órgãos.
Zika
O vírus, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue), esteve por trás de uma epidemia no Brasil entre 2015 e 2016. Embora em adultos em general não seja tão catastrófico, está ligado a complicações na gravidez e a casos de malformação do crânio e do cérebro de bebês – a microcefalia.
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Febre da Crimeia-Congo
Moléstia provocada por um patógeno disseminado por carrapatos. Surtos na Rússia e na África deram origem ao seu nome. Já desatou episódios em regiões asiáticas, europeias e africanas.
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