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Segundo o Google Trends, no ano passado o Brasil ficou em 4º lugar no ranking mundial de interesse por mapa astral — atrás apenas de Argentina, Uruguai e Chile. A América do Sul segue firme olhando para o céu antes de tomar decisões. A Astrologia é assunto onipresente: em mesas de bar, livros, filmes, matérias de jornal e nos apps de paquera. No Tinder e no Happn, já não basta saber profissão ou idade — o signo virou critério de compatibilidade emocional.
Estima-se que 42% dos brasileiros acreditam na influência dos astros sobre a própria vida e, quatro em cada dez acham que Mercúrio Retrógrado explica muita coisa.
O interesse também migrou para a internet. Cada vez mais gente faz mapa astral online — usando o “documento-base” da astrologia, que representa o céu no exato momento do nascimento e mostra a posição do Sol, da Lua, dos planetas e das casas astrológicas.
Para entender o que vem por aí, conversamos com Rivka Astro, astróloga, ex-jornalista e ex-produtora. Ela começou a estudar astrologia aos 17 anos, para saber se o seu signo combinava com o do namorado. Em 2000, se aprofundou e começou a fazer mapas para família e amigos. A 1ª empresa veio em 2016. “A astrologia ajuda a tomar decisões mais assertivas, a se conhecer melhor e a usar os momentos certos — seja para investir num amor ou segurar o dinheiro”, diz.
1 – No fim de ano, o clima é de celebração, introspecção ou exaustão espiritual?
Estamos saindo de um longo período com Saturno e Netuno em Peixes, signo mais sensível, introspectivo e sonhador. A partir de janeiro, esses planetas começam a migrar para Áries. Não é um clique imediato, mas a energia já muda no fim do ano. Menos drama silencioso, mais vontade de viver. Áries é impulso, força vital, ousadia. O céu vai exigir ação. Não é um ano para ficar esperando sinais — é para fazer.
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2 – Vai ter ruptura? Daquelas que depois a gente finge que não foi avisado?
Vai. E não adianta fingir surpresa. 2026 pede mudança, querendo ou não. Áries é o primeiro signo do zodíaco, ligado a começos, enquanto Saturno cobra estrutura e responsabilidade. Só que Netuno entra junto trazendo uma leve névoa. Vamos ser chamados a construir algo novo sem saber exatamente como. Primeiro você pisa, depois o chão aparece. É um ano que exige fé no desconhecido.
3 – Tem algum signo favorito do universo em 2026?
Sim, e eles vão sorrir com certa vantagem. Os signos cardinais — Áries, Câncer, Libra e Capricórnio — entram com o pé direito. Leão também comemora. A partir de julho, Júpiter entra no signo, expandindo tudo o que toca. Mais brilho, mais palco, mais sorte.
4 – O que não fazer durante o ano?
Brigar, prometer o que não vai cumprir, exagerar na bebida, perseguir ex e tudo isso junto. Saturno não perdoa. Tudo tem um preço, em 2026 a conta chega mais rápido. Então, não adianta ser só na virada. Beba, mas com cautela. Saiba que tudo tem um preço. E esse ano a gente vai sentir isso bem forte, tendo que responder pelos nossos atos.
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5 -Três dicas simples para um 2026 melhor:
Faça o básico bem feito. Trate todo mundo bem — do garçom ao desconhecido. Olho no olho, gentileza real. Energia boa costuma voltar.
– Respeite os ciclos da Lua. Luas novas são para plantar, não para brigar. Evite conflitos nas luas cheias.
– Boa vontade sempre. Amor, atenção e presença. Parece simples — e é exatamente por isso que funciona.
– No resumo astral: 2026 não é sobre esperar respostas do céu, mas sobre agir mesmo sem o mapa completo. O universo dá o empurrão — o resto é com você
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Segundo o Google Trends, no ano passado o Brasil ficou em 4º lugar no ranking mundial de interesse por mapa astral — atrás apenas de Argentina, Uruguai e Chile. A América do Sul segue firme olhando para o céu antes de tomar decisões. A Astrologia é assunto onipresente: em mesas de bar, livros, filmes, matérias de jornal e nos apps de paquera. No Tinder e no Happn, já não basta saber profissão ou idade — o signo virou critério de compatibilidade emocional.
Estima-se que 42% dos brasileiros acreditam na influência dos astros sobre a própria vida e, quatro em cada dez acham que Mercúrio Retrógrado explica muita coisa.
O interesse também migrou para a internet. Cada vez mais gente faz mapa astral online — usando o “documento-base” da astrologia, que representa o céu no exato momento do nascimento e mostra a posição do Sol, da Lua, dos planetas e das casas astrológicas.
Para entender o que vem por aí, conversamos com Rivka Astro, astróloga, ex-jornalista e ex-produtora. Ela começou a estudar astrologia aos 17 anos, para saber se o seu signo combinava com o do namorado. Em 2000, se aprofundou e começou a fazer mapas para família e amigos. A 1ª empresa veio em 2016. “A astrologia ajuda a tomar decisões mais assertivas, a se conhecer melhor e a usar os momentos certos — seja para investir num amor ou segurar o dinheiro”, diz.
1 – No fim de ano, o clima é de celebração, introspecção ou exaustão espiritual?
Estamos saindo de um longo período com Saturno e Netuno em Peixes, signo mais sensível, introspectivo e sonhador. A partir de janeiro, esses planetas começam a migrar para Áries. Não é um clique imediato, mas a energia já muda no fim do ano. Menos drama silencioso, mais vontade de viver. Áries é impulso, força vital, ousadia. O céu vai exigir ação. Não é um ano para ficar esperando sinais — é para fazer.
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2 – Vai ter ruptura? Daquelas que depois a gente finge que não foi avisado?
Vai. E não adianta fingir surpresa. 2026 pede mudança, querendo ou não. Áries é o primeiro signo do zodíaco, ligado a começos, enquanto Saturno cobra estrutura e responsabilidade. Só que Netuno entra junto trazendo uma leve névoa. Vamos ser chamados a construir algo novo sem saber exatamente como. Primeiro você pisa, depois o chão aparece. É um ano que exige fé no desconhecido.
3 – Tem algum signo favorito do universo em 2026?
Sim, e eles vão sorrir com certa vantagem. Os signos cardinais — Áries, Câncer, Libra e Capricórnio — entram com o pé direito. Leão também comemora. A partir de julho, Júpiter entra no signo, expandindo tudo o que toca. Mais brilho, mais palco, mais sorte.
4 – O que não fazer durante o ano?
Brigar, prometer o que não vai cumprir, exagerar na bebida, perseguir ex e tudo isso junto. Saturno não perdoa. Tudo tem um preço, em 2026 a conta chega mais rápido. Então, não adianta ser só na virada. Beba, mas com cautela. Saiba que tudo tem um preço. E esse ano a gente vai sentir isso bem forte, tendo que responder pelos nossos atos.
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Faça o básico bem feito. Trate todo mundo bem — do garçom ao desconhecido. Olho no olho, gentileza real. Energia boa costuma voltar.
– Respeite os ciclos da Lua. Luas novas são para plantar, não para brigar. Evite conflitos nas luas cheias.
– Boa vontade sempre. Amor, atenção e presença. Parece simples — e é exatamente por isso que funciona.
– No resumo astral: 2026 não é sobre esperar respostas do céu, mas sobre agir mesmo sem o mapa completo. O universo dá o empurrão — o resto é com você
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