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Home News Educação

USP prevê reposição de aulas nas férias após fim da greve; calendário ainda será discutido

manchete by manchete
11 de junho de 2026
in Educação
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usp-preve-reposicao-de-aulas-nas-ferias-apos-fim-da-greve;-calendario-ainda-sera-discutido

USP prevê reposição de aulas nas férias após fim da greve; calendário ainda será discutido

Encerrada a greve estudantil da USP, a principal preocupação da universidade passa a ser a recomposição do semestre letivo, afetado por mais de seis semanas de paralisação.

Em entrevista à Folha, o reitor Aluisio Segurado afirmou que deverá haver reposição de aulas durante o período originalmente reservado às férias de julho, enquanto eventuais mudanças mais amplas no calendário ainda serão discutidas pelo Conselho de Graduação.

“O que deve nos preocupar agora é o que fazer com a formação dos nossos estudantes neste momento”, disse.

Segundo ele, unidades já apresentaram à Pró-Reitoria de Graduação propostas de ajustes para reduzir os impactos da paralisação sobre os alunos. “Haverá reposição; provavelmente haverá um avanço das atividades para o período que seria das férias de julho, para conseguir fazer uma reposição de conteúdos fundamentais e todo um ajuste.”

Apesar da sinalização, a universidade ainda não definiu oficialmente como ficará o calendário acadêmico. A discussão deverá ocorrer nos órgãos colegiados da instituição.

“Conforme acordado no Conselho de Graduação, a análise deverá ocorrer em âmbito colegiado, quando houver um quadro mais consolidado do cenário pós-paralisação”, informou a gestão.

A greve, iniciada no fim de abril, chegou à sexta semana e afetou de forma desigual as unidades da universidade. Enquanto cursos como os da Faculdade de Medicina e da Escola Politécnica retomaram as atividades antes do encerramento oficial do movimento, outros institutos permaneceram sem aulas por períodos mais longos.

Segundo levantamento da USP, 15 das 43 unidades da instituição ainda estavam em greve nos últimos dias da paralisação. Para o reitor, os impactos sobre o calendário dependerão da realidade de cada curso.

O calendário oficial da graduação prevê o encerramento do primeiro semestre em 4 de julho e o início das aulas do segundo semestre em 3 de agosto.

Outra preocupação, tanto da administração quanto dos estudantes, é a situação dos ingressantes deste ano. O regimento da USP prevê o cancelamento administrativo da matrícula de calouros que sejam reprovados por frequência em todas as disciplinas cursadas.

Pelas regras da universidade, estudantes de graduação precisam cumprir ao menos 70% de presença em cada disciplina. Quem ultrapassa o limite de faltas pode ser reprovado, independentemente do desempenho acadêmico.

A reitoria, porém, afirma que ainda há espaço para evitar prejuízos definitivos aos estudantes afetados pela paralisação. As unidades estão elaborando calendários alternativos que permitam a realização das atividades pendentes e a recomposição da frequência dos alunos, informou Segurado.

“Vão se buscar as alternativas de reposição de conteúdos que permitam que haja frequência suficiente para que esses estudantes possam eventualmente completar esse semestre”, disse.

Antes mesmo do encerramento da greve, a reitoria vinha alertando diretores de unidades, comissões de graduação e coordenações de curso sobre a necessidade de acompanhar casos que possam resultar em prejuízos acadêmicos para os ingressantes.

Encerrada a greve estudantil da USP, a principal preocupação da universidade passa a ser a recomposição do semestre letivo, afetado por mais de seis semanas de paralisação.

Em entrevista à Folha, o reitor Aluisio Segurado afirmou que deverá haver reposição de aulas durante o período originalmente reservado às férias de julho, enquanto eventuais mudanças mais amplas no calendário ainda serão discutidas pelo Conselho de Graduação.

“O que deve nos preocupar agora é o que fazer com a formação dos nossos estudantes neste momento”, disse.

Segundo ele, unidades já apresentaram à Pró-Reitoria de Graduação propostas de ajustes para reduzir os impactos da paralisação sobre os alunos. “Haverá reposição; provavelmente haverá um avanço das atividades para o período que seria das férias de julho, para conseguir fazer uma reposição de conteúdos fundamentais e todo um ajuste.”

Apesar da sinalização, a universidade ainda não definiu oficialmente como ficará o calendário acadêmico. A discussão deverá ocorrer nos órgãos colegiados da instituição.

“Conforme acordado no Conselho de Graduação, a análise deverá ocorrer em âmbito colegiado, quando houver um quadro mais consolidado do cenário pós-paralisação”, informou a gestão.

A greve, iniciada no fim de abril, chegou à sexta semana e afetou de forma desigual as unidades da universidade. Enquanto cursos como os da Faculdade de Medicina e da Escola Politécnica retomaram as atividades antes do encerramento oficial do movimento, outros institutos permaneceram sem aulas por períodos mais longos.

Segundo levantamento da USP, 15 das 43 unidades da instituição ainda estavam em greve nos últimos dias da paralisação. Para o reitor, os impactos sobre o calendário dependerão da realidade de cada curso.

O calendário oficial da graduação prevê o encerramento do primeiro semestre em 4 de julho e o início das aulas do segundo semestre em 3 de agosto.

Outra preocupação, tanto da administração quanto dos estudantes, é a situação dos ingressantes deste ano. O regimento da USP prevê o cancelamento administrativo da matrícula de calouros que sejam reprovados por frequência em todas as disciplinas cursadas.

Pelas regras da universidade, estudantes de graduação precisam cumprir ao menos 70% de presença em cada disciplina. Quem ultrapassa o limite de faltas pode ser reprovado, independentemente do desempenho acadêmico.

A reitoria, porém, afirma que ainda há espaço para evitar prejuízos definitivos aos estudantes afetados pela paralisação. As unidades estão elaborando calendários alternativos que permitam a realização das atividades pendentes e a recomposição da frequência dos alunos, informou Segurado.

“Vão se buscar as alternativas de reposição de conteúdos que permitam que haja frequência suficiente para que esses estudantes possam eventualmente completar esse semestre”, disse.

Antes mesmo do encerramento da greve, a reitoria vinha alertando diretores de unidades, comissões de graduação e coordenações de curso sobre a necessidade de acompanhar casos que possam resultar em prejuízos acadêmicos para os ingressantes.

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