Inicialmente, foi o bilionário Elon Musk, proprietário da rede X e futuro ministro de Trump, que lançou ataques virulentos contra os líderes europeus.
Mark Zuckerberg, proprietário da Meta (Facebook e Intagram), juntou-se a ele ao sugerir que a legislação europeia equivale a “censura”.
O próprio Trump também se manifestou ao ameaçar a Dinamarca, que faz parte da UE, quando, na última terça-feira, não descartou a possibilidade de uma ação militar para anexar a ilha da Groenlândia.
Nesta quarta-feira (8), a Comissão saiu de seu silêncio inicial para reagir timidamente. Por um lado, ela negou qualquer ideia de censura da UE e, por outro, limitou-se a comentar que as ameaças de Trump à Groenlândia são muito “hipotéticas”.
Em um aberto desafio à UE, Musk tem em sua agenda para a próxima quinta-feira uma conversa online com a líder do partido de extrema direita Alternativa para a Alemanha (AfD), apenas um mês antes das eleições legislativas no país.
Perante esta situação, o chefe da diplomacia da França, Jean-Noël Barrot, disse que a UE deve “acordar” e reagir para defender os países do bloco com mais firmeza.













