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O músico caribenho Joshua Regrello não deu muita sorte com o clima carioca — o céu deve amanhecer nublado —, mas nada vai atrapalhar: às cinco da manhã desta sexta (31/10), ele sobe ao Cristo para tocar seu steelpan, o tambor de aço típico de Trinidad e Tobago, em uma performance especial dentro das ações de Natal do Santuário Cristo Redentor.
Regrello entrou para o Guinness World Records em 2024 por tocar steelpan por 31 horas seguidas — uma maratona sonora que começou às seis da manhã e terminou às 13h do dia seguinte, uma hora além do que ele havia planejado (talvez empolgado demais com o ritmo).
A apresentação no Rio é parte da turnê que tem feito pelas “Novas Sete Maravilhas do Mundo”. A mais recente foi na Muralha da China, em 2024. Agora é a vez do Cristo ouvir o som metálico do Caribe.
“Este momento representa um encontro de culturas entre Trinidad e Tobago e o Brasil, celebrando a união, a criatividade e o poder da música para conectar pessoas além das fronteiras”, — disse Joshua, empolgado com sua primeira performance na América do Sul.
Depois do Rio, o músico segue para o Taj Mahal, na Índia, e depois para Petra, na Jordânia — ambas também entre as maravilhas do mundo moderno.
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O músico caribenho Joshua Regrello não deu muita sorte com o clima carioca — o céu deve amanhecer nublado —, mas nada vai atrapalhar: às cinco da manhã desta sexta (31/10), ele sobe ao Cristo para tocar seu steelpan, o tambor de aço típico de Trinidad e Tobago, em uma performance especial dentro das ações de Natal do Santuário Cristo Redentor.
Regrello entrou para o Guinness World Records em 2024 por tocar steelpan por 31 horas seguidas — uma maratona sonora que começou às seis da manhã e terminou às 13h do dia seguinte, uma hora além do que ele havia planejado (talvez empolgado demais com o ritmo).
A apresentação no Rio é parte da turnê que tem feito pelas “Novas Sete Maravilhas do Mundo”. A mais recente foi na Muralha da China, em 2024. Agora é a vez do Cristo ouvir o som metálico do Caribe.
“Este momento representa um encontro de culturas entre Trinidad e Tobago e o Brasil, celebrando a união, a criatividade e o poder da música para conectar pessoas além das fronteiras”, — disse Joshua, empolgado com sua primeira performance na América do Sul.
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