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“Meu time vai estudar você.” A frase foi de Mariana Mazzucato, economista ítalo-americana-britânica apontada como uma das pensadoras mais influentes da atualidade, para a carioca Rafaela Bastos, presidente do Instituto Fundação João Goulart (Prefeitura do Rio) e vice-presidente de Projetos Especiais da Mangueira.
O encontro entre as duas aconteceu em um evento do Ministério da Cultura. Depois de assistir à palestra de Rafaela sobre economia do carnaval, Mariana a convidou para integrar a Aliança Estratégica de Economia (SEA), rede internacional criada em 2024 para fortalecer políticas públicas inovadoras. A economista, diretora do Institute for Innovation and Public Purpose (IIPP), da University College London (UCL), estava em missão internacional de pesquisa sobre cultura, economia criativa e carnaval.
O que impressionou Mariana foi justamente a dimensão produtiva da festa. “O investimento público em artes e cultura contribui muito mais para a economia do que grande parte da indústria manufatureira tradicional”, afirmou a economista à Agência Brasil.
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Desde 2016, Rafaela pesquisa e sistematiza dados sobre Economia do Carnaval, Economia Circular, ecossistema produtivo e branding ligados ao carnaval. “Uma passista investe o ano inteiro para estar na avenida. Uma escola do grupo especial vende cultura para outros estados e até para outros países. Isso é economia criativa funcionando na prática”, diz Rafaela, que fez uma pesquisa sobre a objetificação sexual da mulher passista na Sapucaí que foi premiada em 2017, com a Medalha Rui Barbosa, uma das mais importantes da cultura brasileira.
Mariana ainda não conheceu o carnaval carioca de perto, mas pelos próximos meses vai ter o “Carnaval de Dados”, da Prefeitura do Rio, como leitura obrigatória. As duas devem se reencontrar em março para transformar a conversa em políticas públicas baseadas em evidências.
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O encontro entre as duas aconteceu em um evento do Ministério da Cultura. Depois de assistir à palestra de Rafaela sobre economia do carnaval, Mariana a convidou para integrar a Aliança Estratégica de Economia (SEA), rede internacional criada em 2024 para fortalecer políticas públicas inovadoras. A economista, diretora do Institute for Innovation and Public Purpose (IIPP), da University College London (UCL), estava em missão internacional de pesquisa sobre cultura, economia criativa e carnaval.
O que impressionou Mariana foi justamente a dimensão produtiva da festa. “O investimento público em artes e cultura contribui muito mais para a economia do que grande parte da indústria manufatureira tradicional”, afirmou a economista à Agência Brasil.
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Mariana ainda não conheceu o carnaval carioca de perto, mas pelos próximos meses vai ter o “Carnaval de Dados”, da Prefeitura do Rio, como leitura obrigatória. As duas devem se reencontrar em março para transformar a conversa em políticas públicas baseadas em evidências.
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