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Após um encerramento emocionante no sábado (11) — com direito a entrega de lencinhos na porta para a sessão de Hamnet: A Vida Antes de Hamlet — uma das principais apostas para o Oscar 2026 —, domingo (12) foi dia de finalizar de vez a temporada com as entregas do Troféu Redentor. Vale citar que as exibições para o público foram estendidas e seguem até a quarta (15).
A cerimônia ocorreu no grandioso Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro. Marcada pela diversidade, a premiação foi feita pelos atores Cleyton Nascimento e Luisa Arraes.
O grande vencedor da noite foi o drama de época Pequenas Criaturas, de Anne Pinheiro Guimarães, que arrematou melhor longa de ficção na mostra competitiva. Protagonizado por Carolina Dieckmmann, em sua estreia com um crédito de produção, a obra levou ainda a estatueta de direção de arte.
Outro destaque foi Ato Noturno, com o prêmio de melhor roteiro para a dupla Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, de volta ao festival após vencer o maior prêmio da noite em 2018 por Tinta Bruta. O thriller sobre um político e um ator viciados em fazer sexo em público levou quatro Redentores, incluindo melhor ator para Gabriel Faryas, melhor fotografia e o Prêmio Felix — destinado a obras LGBTQIAP+, onde obras de todas as mostras concorrem.
Nos documentários, a inclusão também foi destaque com a vitória de Apolo, que aborda a jornada do casal trans Lourenzo Duvale e Isis Broken na gravidez do primeiro filho, que, mesmo dormindo, foi ao palco receber o prêmio no colo do produtor Henrique Sauer, marido de Tainá Müller, co-diretora do projeto com Isis.
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Ainda em documentários, o carioca Cheiro de Diesel, uma forte denúncia a violência policial nas favelas e às falhas do sistema judiciário em puní-las. “Eu sou comunicadora da Favela da Maré, e estou muito feliz por levar este prêmio para as minhas vielas, para as ruas que anos atrás estavam com tanques de guerra. Eu fui censurada e hoje estou levando um prêmio para a Maré. Viva a favela! Não queremos tanques de guerra nas ruas e vielas das nossas favelas”, celebrou emcionada Gizele Martin, diretora do longa vencedor do prêmio especial do júri e o prêmio popular, que voltou este ano.
Em ficção o público elegeu o suspense sobre influenciadores infantis Salve Rosa como vitorioso. A obra, com estreia marcada para 23 de outubro, levou ainda melhor figurino e atriz para Klara Castanho. “A vida presta!”, comemorou a jovem em referência à Fernanda Torres.
Este ano, além da mostra competitiva e do Prêmio Felix, a Premiere Brasil Novos Rumos também distribuiu os desejados Redentores.
+ Festival do Rio: cinema toma conta da cidade
Confira a lista completa:
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PREMIÈRE BRASIL
Melhor Longa-Metragem de Ficção
PEQUENAS CRIATURAS, de Anne Pinheiro Guimarães
Empresa Produtora: BANANEIRA FILMES
Melhor Longa-Metragem Documentário
APOLO, de Tainá Müller e Ísis Broken
Empresa Produtora: CAPURI
Melhor Curta-Metragem
SEBASTIANA, de Pedro de Alencar
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Empresa Produtora: TERRA BRUTA e CÉU E SANGUE FILMES
e O FAZ-TUDO, de Fábio Leal
Empresa Produtora: CASA LÍQUIDA
Melhor Direção de Ficção
ROGÉRIO NUNES, por Coração das Trevas
Melhor Direção de Documentário
MINI KERTI, por Dona Onete – Meu Coração Neste Pedacinho Aqui
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Melhor Ator
GABRIEL FARYAS, por Ato Noturno
Melhor Atriz
KLARA CASTANHO, por #SalveRosa
Melhor Ator Coadjuvante
ALEJANDRO CLAVEAUX, por Ruas da Glória
Melhor Atriz Coadjuvante
DIVA MENNER, por Ruas da Glória
Melhor Roteiro
FILIPE MATZEMBACHER e MARCIO REOLON, por Ato Noturno
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Melhor Montagem
ANDRÉ FINOTTI, por Honestino
Melhor Fotografia
LUCIANA BASEGGIO, por Ato Noturno
Melhor Direção de Arte
CLAUDIA ANDRADE, por Pequenas Criaturas
Melhor Figurino
RENATA RUSSO, por #SalveRosa
Melhor Som
ARIEL HENRIQUE e TALES MANFRINATO, por Love Kills
Melhor Trilha Sonora Original
PLÍNIO PROFETA, por Apolo
Prêmio Especial do Júri
CHEIRO DE DIESEL, de Natasha Neri e Gizele Martins
Empresas Produtoras: AMANA CINE e BARACOA FILMES
PREMIERE BRASIL – NOVOS RUMOS
Melhor Curta-Metragem
PONTO CEGO, de de Luciana Vieira e Marcel Beltrán
Empresa Produtora: CINEMA INFLAMÁVEL
Menção Honrosa para OS ARCOS DOURADOS DE OLINDA, de Douglas Henrique
Melhor Longa-Metragem
UMA EM MIL, de Jonatas Rubert e Tiago Rubert
Empresa Produtora: ATALA
Melhor Direção
JOÃO BORGES, por Espelho Cigano
Melhor ator
MÁRCIO VITO, por Eu Não Te Ouço
Melhor atriz
ANA FLAVIA CAVALCANTE E MAWUSI TULANI, por Criadas
Menção Honrosa de melhor atriz para DOCY MOREIRA, por Espelho Cigano
Prêmio Especial do Júri
ÂNGELA LEAL e LEANDRA LEAL, por Nada a Fazer
FELIX
Melhor Filme Brasileiro
ATO NOTURNO, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher
Empresa Produtora: AVANTE FILMES
Melhor Filme Internacional
A SAPATONA GALÁCTICA (Lesbian Space Princess), de Leela Varghese e Emma Hough
Hobb
Empresa Produtora: WE MADE A THING
Distribuidora: SYNAPSE
Melhor Documentário
COPACABANA, 4 DE MAIO, de Allan Ribeiro
Empresa Produtora: ACALANTE FILMES
Prêmio Especial do Júri
ME AME COM TERNURA (Love Me Tender), de Anna Cazenave Cambet
Empresa Produtora: NOVOPROD CINÉMA
Distribuidora: IMOVISION
VOTO POPULAR
Melhor Longa Ficção (pelo Júri Popular): #SalveRosa, de Suzanna Lira.
Melhor Longa Documentário (pelo Júri Popular): Cheiro de Diesel, de Natasha Neri e Gizele Martins.
Melhor Longa da mostra Novos Rumos (pelo Júri Popular): Herança de Narcisa, de Clarissa Appelt e Daniel Dias.
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- Tainá Müller
- trofeu
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Após um encerramento emocionante no sábado (11) — com direito a entrega de lencinhos na porta para a sessão de Hamnet: A Vida Antes de Hamlet — uma das principais apostas para o Oscar 2026 —, domingo (12) foi dia de finalizar de vez a temporada com as entregas do Troféu Redentor. Vale citar que as exibições para o público foram estendidas e seguem até a quarta (15).
A cerimônia ocorreu no grandioso Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro. Marcada pela diversidade, a premiação foi feita pelos atores Cleyton Nascimento e Luisa Arraes.
O grande vencedor da noite foi o drama de época Pequenas Criaturas, de Anne Pinheiro Guimarães, que arrematou melhor longa de ficção na mostra competitiva. Protagonizado por Carolina Dieckmmann, em sua estreia com um crédito de produção, a obra levou ainda a estatueta de direção de arte.
Outro destaque foi Ato Noturno, com o prêmio de melhor roteiro para a dupla Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, de volta ao festival após vencer o maior prêmio da noite em 2018 por Tinta Bruta. O thriller sobre um político e um ator viciados em fazer sexo em público levou quatro Redentores, incluindo melhor ator para Gabriel Faryas, melhor fotografia e o Prêmio Felix — destinado a obras LGBTQIAP+, onde obras de todas as mostras concorrem.
Nos documentários, a inclusão também foi destaque com a vitória de Apolo, que aborda a jornada do casal trans Lourenzo Duvale e Isis Broken na gravidez do primeiro filho, que, mesmo dormindo, foi ao palco receber o prêmio no colo do produtor Henrique Sauer, marido de Tainá Müller, co-diretora do projeto com Isis.
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Ainda em documentários, o carioca Cheiro de Diesel, uma forte denúncia a violência policial nas favelas e às falhas do sistema judiciário em puní-las. “Eu sou comunicadora da Favela da Maré, e estou muito feliz por levar este prêmio para as minhas vielas, para as ruas que anos atrás estavam com tanques de guerra. Eu fui censurada e hoje estou levando um prêmio para a Maré. Viva a favela! Não queremos tanques de guerra nas ruas e vielas das nossas favelas”, celebrou emcionada Gizele Martin, diretora do longa vencedor do prêmio especial do júri e o prêmio popular, que voltou este ano.
Em ficção o público elegeu o suspense sobre influenciadores infantis Salve Rosa como vitorioso. A obra, com estreia marcada para 23 de outubro, levou ainda melhor figurino e atriz para Klara Castanho. “A vida presta!”, comemorou a jovem em referência à Fernanda Torres.
Este ano, além da mostra competitiva e do Prêmio Felix, a Premiere Brasil Novos Rumos também distribuiu os desejados Redentores.
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Melhor Longa-Metragem de Ficção
PEQUENAS CRIATURAS, de Anne Pinheiro Guimarães
Empresa Produtora: BANANEIRA FILMES
Melhor Longa-Metragem Documentário
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e O FAZ-TUDO, de Fábio Leal
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GABRIEL FARYAS, por Ato Noturno
Melhor Atriz
KLARA CASTANHO, por #SalveRosa
Melhor Ator Coadjuvante
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Melhor Roteiro
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Melhor Fotografia
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Melhor Som
ARIEL HENRIQUE e TALES MANFRINATO, por Love Kills
Melhor Trilha Sonora Original
PLÍNIO PROFETA, por Apolo
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Empresas Produtoras: AMANA CINE e BARACOA FILMES
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ANA FLAVIA CAVALCANTE E MAWUSI TULANI, por Criadas
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FELIX
Melhor Filme Brasileiro
ATO NOTURNO, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher
Empresa Produtora: AVANTE FILMES
Melhor Filme Internacional
A SAPATONA GALÁCTICA (Lesbian Space Princess), de Leela Varghese e Emma Hough
Hobb
Empresa Produtora: WE MADE A THING
Distribuidora: SYNAPSE
Melhor Documentário
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Empresa Produtora: ACALANTE FILMES
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