A Polícia Federal fez operação nesta quarta-feira (12) em Montes Claros, em Minas Gerais, contra a venda de diplomas falsos e a falsificação de documentos para acesso a faculdades de medicina.
A Operação Canudo cumpriu dois mandados de prisão preventiva (sem prazo), sendo um em Montes Claros e outro em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia. Um mandado de prisão temporária foi cumprido em Bocaiuva (MG).
Outros quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos contra os investigados.
A investigação começou, em 2023, após a apreensão de um diploma falso apresentado ao Conselho Regional de Medicina no estado do Rio Grande do Sul e supostamente fornecido por um dos investigados.
Foi constatada a existência de um esquema para a falsificação e venda de diplomas, de históricos escolares e de outros documentos acadêmicos, usados para permitir o ingresso ou a transferência para cursos de medicina e, depois, a obtenção de registro profissional junto aos Conselhos Regionais de Medicina.
A investigação identificou movimentação de dinheiro entre os investigados e suspeitos de terem adquirido documentos falsos.
A PF afirma que o esquema tem braços em outros estados e que ao menos 45 pessoas já inscritas como médicos nos Conselhos Regionais de Medicina teriam pago o esquema para suposta obtenção de documentos falsos para viabilização do registro profissional.
O principal investigado já havia sido alvo de investigação da Polícia Federal em 2016, quando foi identificada uma organização criminosa envolvida em fraude.
A Polícia Federal fez operação nesta quarta-feira (12) em Montes Claros, em Minas Gerais, contra a venda de diplomas falsos e a falsificação de documentos para acesso a faculdades de medicina.
A Operação Canudo cumpriu dois mandados de prisão preventiva (sem prazo), sendo um em Montes Claros e outro em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia. Um mandado de prisão temporária foi cumprido em Bocaiuva (MG).
Outros quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos contra os investigados.
A investigação começou, em 2023, após a apreensão de um diploma falso apresentado ao Conselho Regional de Medicina no estado do Rio Grande do Sul e supostamente fornecido por um dos investigados.
Foi constatada a existência de um esquema para a falsificação e venda de diplomas, de históricos escolares e de outros documentos acadêmicos, usados para permitir o ingresso ou a transferência para cursos de medicina e, depois, a obtenção de registro profissional junto aos Conselhos Regionais de Medicina.
A investigação identificou movimentação de dinheiro entre os investigados e suspeitos de terem adquirido documentos falsos.
A PF afirma que o esquema tem braços em outros estados e que ao menos 45 pessoas já inscritas como médicos nos Conselhos Regionais de Medicina teriam pago o esquema para suposta obtenção de documentos falsos para viabilização do registro profissional.
O principal investigado já havia sido alvo de investigação da Polícia Federal em 2016, quando foi identificada uma organização criminosa envolvida em fraude.




















