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Minha mãe tem 83 anos, não pratica nenhum esporte específico e nunca teve planilha ou tênis de carbono. Mas sempre foi uma mulher ativa, independente, dessas que resolvem tudo, andam para cima e para baixo, cuidando de tudo. Hoje ela é, para mim, um exemplo de envelhecer bem, sempre em movimento e de bem com a vida.
É com ela que vou viver, neste domingo, 14 de junho, uma experiência bem diferente das tantas largadas que já fiz por aí. Desta vez, nada de pensar em tempo, ritmo ou performance. Escolhi caminhar ao lado dela os 3 km da Corrida e Caminhada Beneficente MedSênior, na Orla de Camburi, em Vitória. A prova chega à terceira edição com inscrições esgotadas e terá percursos de 5 km e 15 km para quem vai correr.
“Quando pessoas de idades diferentes praticam atividades juntas, ocorre a troca de experiências e o cuidado com a saúde passa a ser um hábito compartilhado. A ciência já comprovou que essa relação tem um papel importante na promoção da saúde, porque aproxima diferentes gerações e fortalece os vínculos familiares”, destaca Maely Filho, vice-presidente executivo da MedSênior.

A proposta da Corrida e Caminhada MedSênior, neste mês em que a operadora de saúde completa 16 anos, é celebrar a data em um evento que traduz um de seus principais pilares: Bem Envelhecer é estar em movimento. E é isso que vejo na minha mãe e quero levar para mim: cuidar da saúde não começa quando a idade chega, mas nas escolhas que fazemos todos os dias. E eu quero dar aquele empurrãozinho para trazer minha mãe para esse universo cheio de energia boa e alegria.
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Segundo Maely, a corrida nasceu para incentivar hábitos saudáveis e reforçar a importância do cuidado preventivo em todas as fases da vida. “Mais do que um evento esportivo, ela representa o conceito do Bem Envelhecer, que está no centro da atuação da Operadora. O objetivo é mostrar que atividade física, convivência social e qualidade de vida caminham juntas e podem contribuir diretamente para mais autonomia, saúde física e equilíbrio emocional ao longo dos anos”.
Longevidade, no fim das contas, não é assunto para depois. É construção diária: comer melhor, dormir melhor, se mexer, cultivar vínculos e cuidar da saúde antes que o corpo cobre a conta.
É aí que a caminhada ganha força. Para quem corre, ela às vezes parece pouco. Mas caminhar não é correr menos. É outro jeito de se mover — mais democrático, acessível e sustentável. Segundo o relatório Year in Sport 2025, do Strava, a caminhada já aparece como a segunda atividade mais registrada na plataforma, atrás apenas da corrida.
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“A caminhada reforça que a atividade física precisa ser acessível e democrática. O evento valoriza o movimento em suas diversas formas e respeita os diferentes níveis de condicionamento físico, idades e objetivos pessoais. A mensagem é clara: o importante é começar e manter o corpo em movimento”.
E a regularidade a torna potente. “É uma das atividades físicas mais recomendadas do ponto de vista preventivo por ser acessível, segura e eficaz. Ela contribui para melhora cardiovascular, controle da pressão arterial, fortalecimento muscular, equilíbrio, saúde mental e redução do sedentarismo. Além disso, pode ser incorporada com mais facilidade à rotina e costuma ter menor risco de lesões”, afirma.
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Para o executivo, o objetivo maior não é apenas viver mais, mas viver melhor. “Existe hoje uma percepção cada vez mais clara de que envelhecer bem não significa apenas viver mais, mas manter autonomia, disposição e qualidade de vida. As pessoas passaram a enxergar a atividade física como parte da rotina de cuidado integral e não apenas como uma questão estética. A longevidade deixou de ser associada à limitação e passou a ser vista como uma etapa de continuidade de projetos, experiências e realizações”.
Talvez essa seja a grande virada: pensar no futuro sem tratar a idade como interrupção. Bem envelhecer não começa aos 60, 70 ou 80 anos. Começa nas escolhas possíveis de cada fase, no jeito como a gente cuida do corpo, da cabeça, das relações e da própria liberdade de continuar fazendo planos. Porque cuidar do presente, no fim das contas, é uma das formas mais bonitas de preparar o futuro.
Domine o fato. Confie na fonte.
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Minha mãe tem 83 anos, não pratica nenhum esporte específico e nunca teve planilha ou tênis de carbono. Mas sempre foi uma mulher ativa, independente, dessas que resolvem tudo, andam para cima e para baixo, cuidando de tudo. Hoje ela é, para mim, um exemplo de envelhecer bem, sempre em movimento e de bem com a vida.
É com ela que vou viver, neste domingo, 14 de junho, uma experiência bem diferente das tantas largadas que já fiz por aí. Desta vez, nada de pensar em tempo, ritmo ou performance. Escolhi caminhar ao lado dela os 3 km da Corrida e Caminhada Beneficente MedSênior, na Orla de Camburi, em Vitória. A prova chega à terceira edição com inscrições esgotadas e terá percursos de 5 km e 15 km para quem vai correr.
“Quando pessoas de idades diferentes praticam atividades juntas, ocorre a troca de experiências e o cuidado com a saúde passa a ser um hábito compartilhado. A ciência já comprovou que essa relação tem um papel importante na promoção da saúde, porque aproxima diferentes gerações e fortalece os vínculos familiares”, destaca Maely Filho, vice-presidente executivo da MedSênior.

A proposta da Corrida e Caminhada MedSênior, neste mês em que a operadora de saúde completa 16 anos, é celebrar a data em um evento que traduz um de seus principais pilares: Bem Envelhecer é estar em movimento. E é isso que vejo na minha mãe e quero levar para mim: cuidar da saúde não começa quando a idade chega, mas nas escolhas que fazemos todos os dias. E eu quero dar aquele empurrãozinho para trazer minha mãe para esse universo cheio de energia boa e alegria.
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Segundo Maely, a corrida nasceu para incentivar hábitos saudáveis e reforçar a importância do cuidado preventivo em todas as fases da vida. “Mais do que um evento esportivo, ela representa o conceito do Bem Envelhecer, que está no centro da atuação da Operadora. O objetivo é mostrar que atividade física, convivência social e qualidade de vida caminham juntas e podem contribuir diretamente para mais autonomia, saúde física e equilíbrio emocional ao longo dos anos”.
Longevidade, no fim das contas, não é assunto para depois. É construção diária: comer melhor, dormir melhor, se mexer, cultivar vínculos e cuidar da saúde antes que o corpo cobre a conta.
É aí que a caminhada ganha força. Para quem corre, ela às vezes parece pouco. Mas caminhar não é correr menos. É outro jeito de se mover — mais democrático, acessível e sustentável. Segundo o relatório Year in Sport 2025, do Strava, a caminhada já aparece como a segunda atividade mais registrada na plataforma, atrás apenas da corrida.
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E a regularidade a torna potente. “É uma das atividades físicas mais recomendadas do ponto de vista preventivo por ser acessível, segura e eficaz. Ela contribui para melhora cardiovascular, controle da pressão arterial, fortalecimento muscular, equilíbrio, saúde mental e redução do sedentarismo. Além disso, pode ser incorporada com mais facilidade à rotina e costuma ter menor risco de lesões”, afirma.
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Para o executivo, o objetivo maior não é apenas viver mais, mas viver melhor. “Existe hoje uma percepção cada vez mais clara de que envelhecer bem não significa apenas viver mais, mas manter autonomia, disposição e qualidade de vida. As pessoas passaram a enxergar a atividade física como parte da rotina de cuidado integral e não apenas como uma questão estética. A longevidade deixou de ser associada à limitação e passou a ser vista como uma etapa de continuidade de projetos, experiências e realizações”.
Talvez essa seja a grande virada: pensar no futuro sem tratar a idade como interrupção. Bem envelhecer não começa aos 60, 70 ou 80 anos. Começa nas escolhas possíveis de cada fase, no jeito como a gente cuida do corpo, da cabeça, das relações e da própria liberdade de continuar fazendo planos. Porque cuidar do presente, no fim das contas, é uma das formas mais bonitas de preparar o futuro.
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