A queda de Flávio Bolsonaro nas pesquisas de intenção de voto na eleição presidencial de 2026 não resultou em crescimento eleitoral para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas simulações de primeiro turno. A avaliação é de Murilo Hidalgo, diretor do Paraná Pesquisas, durante participação no programa VEJA em Foco, apresentado por Marcela Rahal. Segundo ele, levantamentos recentes indicam que o presidente manteve seus índices de apoio, enquanto outros candidatos da centro-direita absorveram parte dos votos perdidos pelo senador.
Lula ganhou com a queda de Flávio Bolsonaro?
Para Hidalgo, os números mostram que o principal impacto das notícias negativas envolvendo Flávio Bolsonaro, como a sua ligação com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e o novo tarifaço de Donald Trump, foi a redução de seu desempenho eleitoral no primeiro turno, sem que isso se traduzisse em vantagem para Lula.
O diretor do Paraná Pesquisas comparou levantamentos divulgados em diferentes momentos e observou que o presidente permaneceu praticamente estável. “Fica muito claro como no primeiro turno quem perdeu foi o Flávio. O Lula não ganhou esses votos”, afirmou.
Segundo ele, o cenário indica que uma eventual recuperação do senador poderia recolocá-lo na disputa em condições mais competitivas. “Se o Flávio em algum momento recuperar, ele volta para o jogo. Se tiver mais denúncias, vai ficar mais difícil”, disse.
O impacto do escândalo de Flávio nas pesquisas
Por que Lula não avançou nas pesquisas?
Durante a entrevista, Hidalgo destacou que a estabilidade dos índices de Lula representa um ponto de atenção para a campanha presidencial.
“Um ponto de interrogação para a campanha do Lula é que ele não está crescendo; quem está caindo é o Flávio”, afirmou.
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A observação foi reforçada por Marcela Rahal, que ponderou que o cenário não permite comemoração por parte dos aliados do presidente. Segundo a apresentadora, embora Flávio tenha sido afetado por notícias negativas, Lula não ampliou sua base de apoio.
Quem herdou os votos perdidos por Flávio?
De acordo com Hidalgo, os principais beneficiados pela perda de espaço do senador foram nomes posicionados no campo da centro-direita.
“Quem cresceu, na verdade, foram os outros candidatos de centro-direita”, disse o diretor do Paraná Pesquisas.
Ele citou, entre os favorecidos, o candidato do Missão, Renan Santos, além de Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Joaquim Barbosa, cuja entrada no cenário eleitoral também teria contribuído para a redistribuição dos votos.
O que os números indicam para o primeiro turno?
Na avaliação de Hidalgo, os dados mostram que Lula permaneceu em patamar semelhante ao registrado antes das notícias envolvendo Flávio Bolsonaro. “Ele não cresceu absolutamente. Ele manteve os percentuais dele”, afirmou.
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Para o diretor do Paraná Pesquisas, o movimento observado até agora sugere uma transferência de votos dentro do campo oposicionista, sem alteração significativa no desempenho eleitoral do presidente. O diagnóstico, segundo ele, é que Lula segue estável, enquanto a disputa pelos eleitores que deixaram Flávio Bolsonaro permanece concentrada entre candidatos da centro-direita.
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VEJA+IA: Este texto resume um trecho do programa audiovisual VEJA em Foco (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.
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A queda de Flávio Bolsonaro nas pesquisas de intenção de voto na eleição presidencial de 2026 não resultou em crescimento eleitoral para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas simulações de primeiro turno. A avaliação é de Murilo Hidalgo, diretor do Paraná Pesquisas, durante participação no programa VEJA em Foco, apresentado por Marcela Rahal. Segundo ele, levantamentos recentes indicam que o presidente manteve seus índices de apoio, enquanto outros candidatos da centro-direita absorveram parte dos votos perdidos pelo senador.
Lula ganhou com a queda de Flávio Bolsonaro?
Para Hidalgo, os números mostram que o principal impacto das notícias negativas envolvendo Flávio Bolsonaro, como a sua ligação com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e o novo tarifaço de Donald Trump, foi a redução de seu desempenho eleitoral no primeiro turno, sem que isso se traduzisse em vantagem para Lula.
O diretor do Paraná Pesquisas comparou levantamentos divulgados em diferentes momentos e observou que o presidente permaneceu praticamente estável. “Fica muito claro como no primeiro turno quem perdeu foi o Flávio. O Lula não ganhou esses votos”, afirmou.
Segundo ele, o cenário indica que uma eventual recuperação do senador poderia recolocá-lo na disputa em condições mais competitivas. “Se o Flávio em algum momento recuperar, ele volta para o jogo. Se tiver mais denúncias, vai ficar mais difícil”, disse.
O impacto do escândalo de Flávio nas pesquisas
Por que Lula não avançou nas pesquisas?
Durante a entrevista, Hidalgo destacou que a estabilidade dos índices de Lula representa um ponto de atenção para a campanha presidencial.
“Um ponto de interrogação para a campanha do Lula é que ele não está crescendo; quem está caindo é o Flávio”, afirmou.
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Quem herdou os votos perdidos por Flávio?
De acordo com Hidalgo, os principais beneficiados pela perda de espaço do senador foram nomes posicionados no campo da centro-direita.
“Quem cresceu, na verdade, foram os outros candidatos de centro-direita”, disse o diretor do Paraná Pesquisas.
Ele citou, entre os favorecidos, o candidato do Missão, Renan Santos, além de Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Joaquim Barbosa, cuja entrada no cenário eleitoral também teria contribuído para a redistribuição dos votos.
O que os números indicam para o primeiro turno?
Na avaliação de Hidalgo, os dados mostram que Lula permaneceu em patamar semelhante ao registrado antes das notícias envolvendo Flávio Bolsonaro. “Ele não cresceu absolutamente. Ele manteve os percentuais dele”, afirmou.
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