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O ex-vice-presidente da Câmara dos Deputados André Vargas (PT-PR) foi condenado em três ações penais pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa, permaneceu mais de três anos preso no Complexo Médico de Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, e quando deixou a cadeia, em 2018, se afastou da política. A opção não durou muito.
A decisão do Supremo Tribunal Federal de anular os processos da Operação Lava-Jato e a volta do PT ao poder fizeram o ex-deputado refazer os planos. Vargas está em campanha para voltar ao Congresso. Ele voltou a dar as cartas no partido — hoje é secretário-geral do PT do Paraná — e conta com o apoio dos antigos companheiros.
Lula e seus ministros têm dado um importante empurrão na candidatura do ex-deputado, que tem portas abertas no Palácio do Planalto.
Em dezembro, o presidente Lula mandou convidar Vargas para a inauguração da nova ponte que liga o Brasil ao Paraguai. “Hoje foi um dia especial. Ao lado do presidente Lula participei da inauguração da Segunda Ponte da Amizade ligando o Brasil ao Paraguai”, comemorou o ex-deputado, numa foto ao lado de Lula. “O presidente me perguntou sobre a família, sobre a vida e se eu estava disposto para a luta em 2026”, relatou.
Ex-deputado teve encontro com Gleisi para tratar questões fundiárias
Em janeiro, André Vargas teve um encontro com a ministra das Relações Institucionais Gleisi Hoffmann (PT) no Palácio do Planalto. “Há pouco com a amiga e companheira Gleisi Hoffmann, tratando das prioridades do Paraná, em especial a solução fundiária da região de Porecatu. Claro que falamos muito de política e da campanha ao Senado”, anunciou o ex-deputado também nas redes sociais.
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O ex-deputado também esteve reunido recentemente com o secretário Nacional da Habitação, Augusto Rabelo, para tratar de moradias para famílias paranaenses. “As perspectivas são ótimas. Trabalho não para”, publicou em suas redes sociais.
André Vargas afirma que foi condenado injustamente na Lava-Jato e agora quer reconstruir sua carreira política. “Fui vítima de uma emboscada criminosa. Mesmo tendo passado por momentos difíceis, me sinto em condições de ajudar meu país no parlamento”, diz o ex-deputado.
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Em dezembro, o presidente Lula mandou convidar Vargas para a inauguração da nova ponte que liga o Brasil ao Paraguai. “Hoje foi um dia especial. Ao lado do presidente Lula participei da inauguração da Segunda Ponte da Amizade ligando o Brasil ao Paraguai”, comemorou o ex-deputado, numa foto ao lado de Lula. “O presidente me perguntou sobre a família, sobre a vida e se eu estava disposto para a luta em 2026”, relatou.
Ex-deputado teve encontro com Gleisi para tratar questões fundiárias
Em janeiro, André Vargas teve um encontro com a ministra das Relações Institucionais Gleisi Hoffmann (PT) no Palácio do Planalto. “Há pouco com a amiga e companheira Gleisi Hoffmann, tratando das prioridades do Paraná, em especial a solução fundiária da região de Porecatu. Claro que falamos muito de política e da campanha ao Senado”, anunciou o ex-deputado também nas redes sociais.
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André Vargas afirma que foi condenado injustamente na Lava-Jato e agora quer reconstruir sua carreira política. “Fui vítima de uma emboscada criminosa. Mesmo tendo passado por momentos difíceis, me sinto em condições de ajudar meu país no parlamento”, diz o ex-deputado.
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