Negócio tem boa oportunidade. Santos diz que pesquisas mostram que o crescimento médio do setor é de 3,9% ao ano. Pesquisa da Associação Brasileira do Sorvete e Outros Gelados Comestíveis (Abrasorvete) mostrou que, no Brasil, o consumo médio de sorvetes é de 9,1 litros por ano.
Busca por produtos mais saudáveis é tendência. Por isso, segundo o consultor, a empresa deve apostar cada vez mais em frutas, em vez de produtos artificiais na produção dos sorvetes. “O consumidor, principalmente os jovens, buscam hábitos mais saudáveis, e a indústria de sorvete está preocupada em trazer essa saudabilidade”, declara.
Atenção ao custo da logística. Para o consultor, ao ter sua própria logística de distribuição dos produtos, mesmo que pequena, a empresa deve se atentar aos custos disso, para não encarecer o preço do sorvete para o consumidor. “O custo de transporte não agrega valor ao produto; só agrega custo. É preciso ter certo critério nessa rota de distribuição dos sorvetes nas lojas, para não onerar tanto o produto nem comprometer sua margem de lucro”, afirma.
Carga refrigerada requer cuidado. Afinal, diz o consultor, sorvete é um produto perecível e sensível ao calor. “Ter uma frota de apenas três caminhões refrigerados é um risco, pois qualquer imprevisto pode impactar na logística de distribuição”, diz. Para ele, o ideal é que a empresa tenha um centro de distribuição estratégico, para poder suportar uma possível explosão da demanda.
Focar na experiência de consumo no ponto de venda. “Além de produtos com ótima qualidade, o cliente quer ter na sorveteria uma boa experiência, com ambientes agradáveis, espaços instagramáveis, disponibilidade do wi-fi, conforto e segurança.”
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