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Nem só de fantasia e ladeira vive Santa Teresa em dia de Carmelitas. Durante a passagem do bloco, ambulantes avançaram com carrinhos de ferro, isopores e até barracas de espetinho pelas ruas apertadas do bairro.
A disputa por espaço com os foliões virou confusão, com relatos de falta de mobilidade e sensação de insegurança.
“Ó o pesado!”, é a clássica expressão que os vendedores usaram ao empurrar carrinhos em direção à corda que delimita a área da organização e da bateria.
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Com o acúmulo de gente e comércio no mesmo corredor, o cortejo foi ficando mais difícil de acompanhar: pés atropelados, empurrões e a rua praticamente engarrafada. Em alguns momentos, foliões ainda reclamaram do risco de se machucar com o fogo usado no preparo de alimentos.
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Em meio ao aperto, também apareceram comerciantes em bicicleta, avançando sem muita cerimônia.
Para muitos, o resultado da experiência das Carmelitas ficou mais tensa do que deveria.
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