
(Toda semana, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes conversam sobre tecnologia no podcast Deu Tilt. O programa vai ao ar às terças-feiras no YouTube do UOL, no Spotify, no Deezer e no Apple Podcasts. Nesta semana, os assuntos são: Grok, de Musk, vai à guerra; Pix e gov.br: 5 inovações do Brasil; o novo ChatGPT; Nvidia dobra Trump)
A OpenAI, criadora do ChatGPT, lançou seu primeiro agente de inteligência artificial capaz de executar tarefas complexas para os usuários. Resultado da fusão entre o Operator — que atuava como uma prévia de agente — e o DeepResearch, antes disponíveis separadamente, o novo recurso promete ir além das respostas em texto e ajudar até nas compras do mês.
A funcionalidade, por enquanto exclusiva para assinantes dos planos Pro, Plus e Team, permite que o usuário peça ao agente para acessar sites, buscar produtos com os melhores preços e até efetuar a compra. Para ativar, basta habilitar o “modo agente” em qualquer conversa.
No novo episódio do Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, o pesquisador Diogo Cortiz explicou que a novidade muda o conceito de interação com a IA:
Um agente de IA tem a função de ler o ambiente digital e executar tarefas por nós
Diogo Cortiz
Apesar do potencial, o sistema impõe limites. Algumas tarefas exigem que o usuário autorize a IA a prosseguir, evitando que decisões sejam tomadas sem consentimento. Segundo a OpenAI, este é apenas o começo. O agente funciona a partir de um navegador virtual e pode se conectar a APIs ou se integrar a aplicativos como Gmail e GitHub.
Para Helton Simões Gomes, os agentes vão mudar radicalmente a forma como os sites são desenvolvidos, além de trazer alguns riscos.
Um agente de IA, na prática, é IA decidindo pelo humano – e coisas super sensíveis. Isso traz vários riscos que precisam ser debatidos e decididos antes de implementar o serviço
Helton Simões Gomes
Cortiz reforça que essa transformação deve impactar também o design digital, deslocando o foco do usuário humano para o “usuário IA”:
Com os agentes, as marcas, e-commerces e empresas vão precisar se adaptar para fornecer uma melhor interação não mais com o humano, mas com a IA
Diogo Cortiz
Grok: após elogiar Hitler, IA de Musk vira nova arma do Exército dos EUA

Mesmo após postagens polêmicas — incluindo conteúdos pró-Hitler e falas antissemitas — o Grok, a inteligência artificial de Elon Musk, será a nova arma do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O acordo, firmado no início de julho, é de cerca de US$ 200 milhões e inclui o desenvolvimento de soluções de segurança militar. A parceria é semelhante a outras firmadas pelo governo norte-americano com a OpenAI, Google e Anthropic.
Pix, gov.br e mais: 5 tecnologias brasileiras para assustar os EUA

Após o anúncio do tarifaço contra o Brasil, o governo de Donald Trump decidiu abriu investigação contra práticas comerciais brasileiras e mirou uma tecnologia puramente brasileira criada para o mundo das finanças: o Pix.
Em Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, o jornalista lembrou que, ao adotar o Pix, muitas pessoas deixaram de utilizar o cartão de crédito, o que impactou diretamente as empresas que atuam nesse segmento. Ele e Diogo Cortiz, pesquisador e também colunista do UOL, listam outras tecnologias com DNA brasileiro e, tão revolucionárias quanto o Pix, teriam tudo para assustar os EUA.
Lição para o tarifaço? Como a Nvidia dobrou Trump e manteve elo com a China

O que ele fez é um receituário para quem quiser aprender como dar um drible no Trump
Helton Simões Gomes
O novo episódio de Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, detalha os passos de Huang até dobrar Trump.

























