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Diante da decisão do Parlamento Europeu de enviar o acordo entre Mercosul e União Europeia para análise do Tribunal de Justiça da UE, o vice-presidente e ministro, Geraldo Alckmin, já tem uma estratégia para garantir que formalização da parceria saia do papel nos próximos meses.
Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, defende que o governo brasileiro dê andamento ao processo interno de aprovação do acordo para garantir a aplicação provisória da parceria entre os blocos.
“O presidente deve encaminhar ao Congresso, à Câmara Federal, a proposta para adesão, a internalização do acordo Mercosul-União Europeia. E o senador Nelsinho Trad dará toda a celeridade, que quanto mais rápido a gente agir, melhor”, pontuou Alckmin. “Entendo que isso na Comissão Europeia para que haja uma vigência provisória enquanto há uma discussão na área judicial”, c completou.
A declaração ocorreu após uma reunião com o presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Nelsinho Trad. O encontro aconteceu um dia após a decisão do Parlamento Europeu que tem potencial de atrasar a entrada em vigor do acordo.
Apesar disso, o vice de Lula garantiu que o processo interno não será congelado.
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Ao lado de Alckmin, Trad reforçou que trabalhará para garantir que o acordo seja apreciado com celeridade no Congresso. “O presidente da Câmara [Hugo Motta] já deu declarações nesse sentido, que vai colocar como item prioritário na próxima reunião de líderes. As conversas que tive com [o presidente do Senado] Davi Alcolumbre também são no mesmo sentido”.

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Diante da decisão do Parlamento Europeu de enviar o acordo entre Mercosul e União Europeia para análise do Tribunal de Justiça da UE, o vice-presidente e ministro, Geraldo Alckmin, já tem uma estratégia para garantir que formalização da parceria saia do papel nos próximos meses.
Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, defende que o governo brasileiro dê andamento ao processo interno de aprovação do acordo para garantir a aplicação provisória da parceria entre os blocos.
“O presidente deve encaminhar ao Congresso, à Câmara Federal, a proposta para adesão, a internalização do acordo Mercosul-União Europeia. E o senador Nelsinho Trad dará toda a celeridade, que quanto mais rápido a gente agir, melhor”, pontuou Alckmin. “Entendo que isso na Comissão Europeia para que haja uma vigência provisória enquanto há uma discussão na área judicial”, c completou.
A declaração ocorreu após uma reunião com o presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Nelsinho Trad. O encontro aconteceu um dia após a decisão do Parlamento Europeu que tem potencial de atrasar a entrada em vigor do acordo.
Apesar disso, o vice de Lula garantiu que o processo interno não será congelado.
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Ao lado de Alckmin, Trad reforçou que trabalhará para garantir que o acordo seja apreciado com celeridade no Congresso. “O presidente da Câmara [Hugo Motta] já deu declarações nesse sentido, que vai colocar como item prioritário na próxima reunião de líderes. As conversas que tive com [o presidente do Senado] Davi Alcolumbre também são no mesmo sentido”.













