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A reclamação vai do Recreio ao Leme, em vários perfis de grupos de bairros: as faixas de areia estão sofrendo com o descarte de carvão, geralmente por ambulantes que vendem produtos na brasa (queijo coalho, principalmente).
Nesta quarta (02/04), o @meulemeriodejaneiro acompanhou o trabalho da Comlurb, Ordem Pública e guarda municipal na praia e, mesmo com a máquina de coleta, muitos pedaços sobram pela areia, outros são jogados próximos aos bancos de concreto na calçada ou ainda são enterrados na base dos coqueiros.
Agentes da Seop, que fiscalizam o trabalho ambulante na praia, disseram que nunca flagraram o descarte de carvão, mas a quantidade é sinal que a prática é recorrente. O carvão é prejudicial ao meio ambiente e à saúde das pessoas, contaminando o solo e prejudicando a biodiversidade.
Além disso, os restos podem ser levados pelo vento ou pela maré até o mar, onde ameaça a vida marinha. Na maioria das praias é proibido fazer, por exemplo, churrasco, mas em outras, como o Recreio e Leme, há áreas específicas.
Recentemente, a Prefeitura estabeleceu critérios para a limpeza das praias por parte dos barraqueiros, mas a ação dos ambulantes e o trecho próximo ao calçadão precisa de atenção especial.
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