
Continua após publicidade
Ainda de acordo com os militares que comandam Mianmar, 30 seguem desaparecidos e os registros dão conta de mais de 2 300 feridos. Na capital Naypyidaw, a cerca de 245 quilômetros do epicentro, em Mandalay, grupos se reuniram para fazer reparos em rodovias danificadas, mas redes de eletricidade, telefonia e internet seguem sem funcionar. A extensão dos danos na estrutura do governo ainda é desconhecida, embora se tenha noticia da queda de prédios que abrigavam servidores públicos.
Após o primeiro terremoto, diversos outros tremores foram sentidos, um deles com magnitude de 6,4. Os abalos foram tamanhos que também derrubaram edifícios na região de Bangkok, na Tailândia, onde seis foram encontrados mortos, 26 ficaram feridos e 47 seguem desaparecidos. A primeira-ministra tailandesa, Paetongtarn Shinawatra, chegou a declarar que a situação já está “começando a melhorar”, afastando a possibilidade de um tsunami.
Continua após a publicidade
Ajuda humanitária e guerra civil
Até agora, cinco nações se comprometeram a enviar ajuda para Mianmar. China e Rússia, os principais parceiros militares do país, enviaram 130 e 120 socorristas, respectivamente, além de suprimentos e ajuda humanitária. A Índia disse que enviaria 50 pessoas no próximo domingo, Coreia do Sul afirmou que conseguiria o equivalente a dois milhões de dólares com organizações internacionais e os Estados Unidos comunicaram que ajudariam na resposta aos desastre, sem dar detalhes.
A catástrofe ocorreu em meio a uma guerra civil que toma conta de Mianmar. Em 2021, militares tomaram o poder das mãos do governo eleito de Aung San Suu Kyi, dando início a uma batalha sangrenta com milícias e grupos pró-democráticos. Apesar do desastre natural, os conflitos continuaram, com entidades internacionais registrando ao menos três ataques aéreos na vizinhança do epicentro dos tremores.
Digital Completo
Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*
a partir de 9,90/mês*
ECONOMIZE ATÉ 47% OFF
Revista em Casa + Digital Completo
Nas bancas, 1 revista custa R$ 29,90.
Aqui, você leva 4 revistas pelo preço de uma!
a partir de R$ 29,90/mês
*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$118,80, equivalente a R$ 9,90/mês.
PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.













