Essa aeronave é projetada para operar como um sistema de detecção de ameaças voador, além de ser capaz de coordenar operações e compartilhar informações com outros aviões em pleno voo. Todas as imagens não são de boa qualidade, mas mostram que o país não está parado na esfera militar.
O mais interessante é mostrar como o desenvolvimento chinês pode estar bem à frente do dos Estados Unidos, já que o país norte-americano vinha levando em ritmo mais lento o que chama de NGAD (Next Generation Air Dominance, ou, Próxima Geração de Domínio Aéreo). Pelo menos, até agora.
Concorrência afetada
Atualmente, o caça considerado o mais moderno em produção nos países do hemisfério ocidental é o F-35, da norte-americana Lockheed Martin. A fabricante teve suas ações afetadas por essas imagens, e um analista financeiro indicou uma retração na confiança nos papeis da empresa.
Ao site de notícias financeiras Barron’s, o especialista Scott Deuschle, do Deutsche Bank, reviu suas perspectivas para a Lockheed Martin no curto prazo. Ele mudou a classificação da norte-americana de “comprar” para “manter”, além de ter rebaixado a sua meta dos preços das ações de US$ 611 para US$ 523.
Após a notícia ir ao ar na semana passada, as ações da companhia sofreram uma queda de 0,8%, mais do que a média da Standard & Poor’s 500, que foi de 0,2%.













