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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de um novo medicamento para o tratamento da hipertensão pulmonar associada à doença pulmonar intersticial (HP-DPI), uma condição grave que causa falta de ar, cansaço, tontura e limita atividades simples do dia a dia.
Batizado de Tyvaso, o medicamento atua dilatando os vasos sanguíneos dos pulmões. Como as artérias pulmonares ficam estreitadas nesses pacientes, o sangue encontra mais dificuldade para circular, o que aumenta a pressão na região. O remédio ajuda a reduzir esse problema ao facilitar a passagem do sangue.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica a hipertensão pulmonar em cinco grupos, de acordo com mecanismos fisiopatológicos, apresentação clínica, características hemodinâmicas e abordagem terapêutica. O novo medicamento aprovado é para o Grupo 3.
Segundo a Anvisa, até então não havia nenhum medicamento registrado no Brasil com indicação aprovada para esses pacientes.
“Nesse contexto, o novo produto, destinado à inalação oral, atende a uma necessidade médica relevante, ao contribuir para a manutenção e a melhoria da saúde de pacientes com HP-DPI”, afirmou a agência, em comunicado.
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O medicamento melhora a capacidade física dos pacientes, permitindo que realizem atividades do dia a dia com menos limitações e melhor qualidade de vida.
Entenda o remédio
Tyvaso é composto pela treprostinila, um fármaco que pertence a um grupo de substâncias que atuam de maneira parecida com as chamadas prostaciclinas.
Essas substâncias imitam a ação de hormônios produzidos naturalmente pelo organismo e promovem o relaxamento e a dilatação dos vasos sanguíneos, facilitando a passagem do sangue e reduzindo a pressão na circulação.
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No novo medicamento, esse mecanismo atua especificamente nos pulmões. Com as artérias pulmonares mais dilatadas, a pressão nessa região diminui, o sangue circula com mais facilidade e o coração precisa fazer menos força para bombeá-lo. Como resultado, mais oxigênio chega aos tecidos do corpo, o que pode aliviar os sintomas e melhorar a capacidade física dos pacientes.
O remédio deve ser administrado em quatro sessões de tratamento diárias. Embora a Anvisa tenha concedido o registro, o medicamento só estará apto para circular no mercado após a aprovação do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).
Já a decisão de quando o medicamento será comercializado é da empresa detentora do registro.

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de um novo medicamento para o tratamento da hipertensão pulmonar associada à doença pulmonar intersticial (HP-DPI), uma condição grave que causa falta de ar, cansaço, tontura e limita atividades simples do dia a dia.
Batizado de Tyvaso, o medicamento atua dilatando os vasos sanguíneos dos pulmões. Como as artérias pulmonares ficam estreitadas nesses pacientes, o sangue encontra mais dificuldade para circular, o que aumenta a pressão na região. O remédio ajuda a reduzir esse problema ao facilitar a passagem do sangue.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica a hipertensão pulmonar em cinco grupos, de acordo com mecanismos fisiopatológicos, apresentação clínica, características hemodinâmicas e abordagem terapêutica. O novo medicamento aprovado é para o Grupo 3.
Segundo a Anvisa, até então não havia nenhum medicamento registrado no Brasil com indicação aprovada para esses pacientes.
“Nesse contexto, o novo produto, destinado à inalação oral, atende a uma necessidade médica relevante, ao contribuir para a manutenção e a melhoria da saúde de pacientes com HP-DPI”, afirmou a agência, em comunicado.
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Tyvaso é composto pela treprostinila, um fármaco que pertence a um grupo de substâncias que atuam de maneira parecida com as chamadas prostaciclinas.
Essas substâncias imitam a ação de hormônios produzidos naturalmente pelo organismo e promovem o relaxamento e a dilatação dos vasos sanguíneos, facilitando a passagem do sangue e reduzindo a pressão na circulação.
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No novo medicamento, esse mecanismo atua especificamente nos pulmões. Com as artérias pulmonares mais dilatadas, a pressão nessa região diminui, o sangue circula com mais facilidade e o coração precisa fazer menos força para bombeá-lo. Como resultado, mais oxigênio chega aos tecidos do corpo, o que pode aliviar os sintomas e melhorar a capacidade física dos pacientes.
O remédio deve ser administrado em quatro sessões de tratamento diárias. Embora a Anvisa tenha concedido o registro, o medicamento só estará apto para circular no mercado após a aprovação do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).
Já a decisão de quando o medicamento será comercializado é da empresa detentora do registro.
























