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Mesmo sem aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a polilaminina — molécula que ganhou notoriedade por supostamente devolver movimentos a pessoas com lesões medulares — já foi aplicada em ao menos 28 pessoas no País.
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Especialistas pedem cautela
Embora os relatos sobre a polilaminina pareçam animadores, parte da comunidade científica pede cautela. O nutricionista Igor Eckert, que atua com práticas baseadas em evidências, destacou que é indiscutível que alguns pacientes melhoraram após receber a polilaminina. A discussão, segundo ele, é se a melhora pode ser atribuída diretamente à substância.
Um ponto central é que a lesão medular não é necessariamente estática. A literatura mostra que parte dos pacientes classificados inicialmente como nível A (perda total de movimentos) pode evoluir espontaneamente para níveis com algum grau de recuperação motora. Estimativas apontam que até 40% podem converter de A para C ao longo do tempo.
Isso significa que a aplicação ocorre em um momento de incerteza clínica, especialmente nas primeiras horas após o trauma, quando ainda pode haver dificuldade para definir o grau real de comprometimento funcional.
Além disso, até o momento não há ensaios clínicos randomizados, controlados e revisados por pares que permitam estabelecer nexo causal robusto entre o uso da polilaminina e a recuperação observada.
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