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Na noite deste domingo, 15, enquanto a Acadêmicos do Niterói desfila na Sapucaí, os comentaristas Milton Cunha, Mariana Gross, Alex Escobar, Karine Alves e Pretinho da Serrinha não conseguem escapar de uma saia-justa. O enredo Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil tece comentários diretos sobre os últimos anos da política brasileira, com referências aos presidentes Dilma Roussef, Michel Temer e Jair Bolsonaro — mas nenhum dos funcionários da Globo faz observações profundas sobre o conteúdo polêmico. Em vez de comentar o teor político da apresentação, por exemplo, Milton Cunha destrincha o valor estético do trabalho da escola, elogiando a pedraria.
Na comissão de frente da escola, foliões vestidos como os últimos quatro presidentes do país encenavam uma paródia da política: Lula entregava sua faixa presidencial para Dilma, que era então roubada por Temer — crítica clara ao impeachment de 2016 — e passada para Jair Bolsonaro, representado pelo palhaço Bozo. Mesmo assim, a equipe se limitou a dizer que aquilo representava o passado recente do país, sem nomear as figuras parodiadas.
O impasse, porém, já havia sido previsto pela emissora. Nos bastidores, apresentadores e repórteres foram orientados a manter imparcialidade durante a transmissão, para evitar alusões a qualquer propaganda política do petista, assim como críticas do público. Será preciso moderar o tom para comentar a passagem de mais de uma hora com 3 100 componentes distribuídos por 25 alas que vão contar e cantar a história do menino pobre que nasceu no interior de Pernambuco e se transformou em um respeitado líder mundial.
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