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O ex-presidente do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Renato Rabelo, morreu neste domingo 15, aos 83 anos. A informação foi confirmada pela direção nacional do partido, que destacou a trajetória do dirigente como uma das mais relevantes de sua história. Segundo a nota oficial, ele vinha tratando um câncer nos últimos anos e faleceu pela manhã.
Rabelo deixa a mulher, Conceição Leiro Vilan, e os filhos André e Nina. O comunicado do partido menciona “profunda consternação” entre militantes e dirigentes, ressaltando a dedicação política de mais de seis décadas.
Lula lamentou a morte nas redes sociais e relembrou momentos compartilhados com o dirigente ao longo da redemocratização do país. Segundo o presidente, os dois estiveram juntos em episódios marcantes da política brasileira, como as mobilizações sindicais no ABC paulista, a campanha das Diretas Já e disputas presidenciais.
A trajetória política de Rabelo começou no movimento estudantil. Ele foi vice-presidente da União Nacional dos Estudantes e atuou na militância contra o regime militar. Naquele período, integrou a Ação Popular, organização de esquerda que posteriormente se incorporou ao PCdoB — processo no qual ele teve participação direta, em 1973.
Dentro do partido comunista, tornou-se uma das principais lideranças nacionais. Ao lado de João Amazonas, participou das articulações que levaram à formação da Frente Brasil Popular, coalizão que sustentou a candidatura presidencial de Lula em 1989 e, anos depois, a vitória petista em 2002.
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Rabelo presidiu o PCdoB entre 2001 e 2015. Ao deixar o cargo, indicou a deputada Luciana Santos como sucessora. Atualmente, a legenda é comandada por Nádia Campeão, que assinou a nota de pesar junto com Luciana.
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A trajetória política de Rabelo começou no movimento estudantil. Ele foi vice-presidente da União Nacional dos Estudantes e atuou na militância contra o regime militar. Naquele período, integrou a Ação Popular, organização de esquerda que posteriormente se incorporou ao PCdoB — processo no qual ele teve participação direta, em 1973.
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