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O prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, se reuniu duas vezes com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em apenas cinco dias com o objetivo de aparar arestas político-eleitorais e alinhar posicionamentos e ações em vários estados pelos próximos dias. Eles representam a aliança firmada entre o PSB e o PT, que está cada dia mais em jogo pela possibilidade de Lula trocar o seu vice, Geraldo Alckmin, filiado ao PSB.
Logo após a reunião desta semana, Campos concedeu uma breve entrevista coletiva no Palácio do Planalto, na qual tentou transparecer não haver nenhuma dificuldade ou problema com Lula, reafirmando o quanto eles se entendem bem.
“Para o partido [PSB], é importante a manutenção do vice-presidente Geraldo Alckmin na chapa. E a conversa é muito franca, é muito verdadeira e é sempre amistosa com o presidente Lula, reafirmando isso (…). A relação do presidente Lula com o vice-presidente Alckmin é uma relação muito boa. Ele sabe que para o nosso partido é importante essa construção, e eu tenho certeza que os dois vão construir isso da melhor forma. Pela relação que eles têm, eles vão poder conversar, vão poder discutir, e eu tenho certeza que vai ser feita uma grande construção em torno disso e com muita confiança”, começou Campos.
Insistindo pela terceira vez na ideia do quanto Lula sabe da importância para o PSB da manutenção da vice, o prefeito do Recife disse também que não pretende se colocar como um interlocutor entre os dois e confiar em Alckmin para dar continuidade na posição. “Não é um presidente de partido que vai tratar da relação entre os dois, mas eu tenho muita confiança que os dois vão poder conduzir isso de forma muito segura, e o nosso partido já externou a nossa posição”, disse.
A prioridade do PSB em manter a Vice-Presidência, no entanto, não está assegurada apenas por Lula entender a importância disso para os socialistas. Ao contrário, o petista deseja dar o posto ao MDB, segundo maior partido do Brasil em número de prefeituras, atrás apenas do PSD, com boa possibilidade de palanques pelo país. Por outro lado, Lula também gostaria que Alckmin disputasse algum cargo por São Paulo, para ajudar a fortalecer o seu palanque no maior colégio eleitoral do país.
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“Eu posso dizer que eu saio da reunião muito animado, muito seguro com a parceria que o PSB e o PT têm no Brasil inteiro, nas eleições estaduais, os palanques estaduais que serão montados, as candidaturas que serão lançadas à majoritária, nas chapas proporcionais feitas (…). Essa construção, no Brasil inteiro, vai ser muito harmônica, vai dar certo, e os dois partidos estarão lado a lado” completou Campos, abandonando a entrevista logo em seguida.
Eleição em Pernambuco
Outro destaque para a imagem que João Campos tentou vender à imprensa após as reuniões foi a boa e controlada situação em Pernambuco, onde ele é pré-candidato ao governo estadual, mas pode não contar com apoio total de Lula, que é simpático à atual governadora, Raquel Lyra (PSD). Foi aventado nos bastidores que Lula teria desistido de ir ao Galo da Madrugada, no Carnaval do Recife, no próximo sábado, 14, para evitar ter que se posicionar ou responder diretamente sobre suas alianças no estado — possibilidade que Campos logo afastou.
“Lula vem! Eu estive com ele ontem, tive um bela conversa, passamos um bom tempo conversando, contando história, fazendo leitura política sobre o Brasil afora, os estados, da relação partidária que nós temos. Foi uma conversa extraordinária, muito boa mesmo: saí muito feliz, animado e com a confirmação dele, ele vem para cá no Carnaval, vai estar aqui, curtindo o Galo. Ele me perguntou como era o Galo, onde era o local. Ele veio aqui, no Galo da Madrugada, em 2002, e agora ele vai poder acompanhar [novamente] e prestigiar esse Carnaval da terra natal dele, Lula é pernambucano e vai prestigiar o Galo como presidente”, afirmou Campos em entrevista coletiva na noite da quarta-feira, 11, após a estrutura gigante do Galo da Madrugada ser erguida na ponte Duarte Coelho, no centro do Recife.
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O prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, se reuniu duas vezes com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em apenas cinco dias com o objetivo de aparar arestas político-eleitorais e alinhar posicionamentos e ações em vários estados pelos próximos dias. Eles representam a aliança firmada entre o PSB e o PT, que está cada dia mais em jogo pela possibilidade de Lula trocar o seu vice, Geraldo Alckmin, filiado ao PSB.
Logo após a reunião desta semana, Campos concedeu uma breve entrevista coletiva no Palácio do Planalto, na qual tentou transparecer não haver nenhuma dificuldade ou problema com Lula, reafirmando o quanto eles se entendem bem.
“Para o partido [PSB], é importante a manutenção do vice-presidente Geraldo Alckmin na chapa. E a conversa é muito franca, é muito verdadeira e é sempre amistosa com o presidente Lula, reafirmando isso (…). A relação do presidente Lula com o vice-presidente Alckmin é uma relação muito boa. Ele sabe que para o nosso partido é importante essa construção, e eu tenho certeza que os dois vão construir isso da melhor forma. Pela relação que eles têm, eles vão poder conversar, vão poder discutir, e eu tenho certeza que vai ser feita uma grande construção em torno disso e com muita confiança”, começou Campos.
Insistindo pela terceira vez na ideia do quanto Lula sabe da importância para o PSB da manutenção da vice, o prefeito do Recife disse também que não pretende se colocar como um interlocutor entre os dois e confiar em Alckmin para dar continuidade na posição. “Não é um presidente de partido que vai tratar da relação entre os dois, mas eu tenho muita confiança que os dois vão poder conduzir isso de forma muito segura, e o nosso partido já externou a nossa posição”, disse.
A prioridade do PSB em manter a Vice-Presidência, no entanto, não está assegurada apenas por Lula entender a importância disso para os socialistas. Ao contrário, o petista deseja dar o posto ao MDB, segundo maior partido do Brasil em número de prefeituras, atrás apenas do PSD, com boa possibilidade de palanques pelo país. Por outro lado, Lula também gostaria que Alckmin disputasse algum cargo por São Paulo, para ajudar a fortalecer o seu palanque no maior colégio eleitoral do país.
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Outro destaque para a imagem que João Campos tentou vender à imprensa após as reuniões foi a boa e controlada situação em Pernambuco, onde ele é pré-candidato ao governo estadual, mas pode não contar com apoio total de Lula, que é simpático à atual governadora, Raquel Lyra (PSD). Foi aventado nos bastidores que Lula teria desistido de ir ao Galo da Madrugada, no Carnaval do Recife, no próximo sábado, 14, para evitar ter que se posicionar ou responder diretamente sobre suas alianças no estado — possibilidade que Campos logo afastou.
“Lula vem! Eu estive com ele ontem, tive um bela conversa, passamos um bom tempo conversando, contando história, fazendo leitura política sobre o Brasil afora, os estados, da relação partidária que nós temos. Foi uma conversa extraordinária, muito boa mesmo: saí muito feliz, animado e com a confirmação dele, ele vem para cá no Carnaval, vai estar aqui, curtindo o Galo. Ele me perguntou como era o Galo, onde era o local. Ele veio aqui, no Galo da Madrugada, em 2002, e agora ele vai poder acompanhar [novamente] e prestigiar esse Carnaval da terra natal dele, Lula é pernambucano e vai prestigiar o Galo como presidente”, afirmou Campos em entrevista coletiva na noite da quarta-feira, 11, após a estrutura gigante do Galo da Madrugada ser erguida na ponte Duarte Coelho, no centro do Recife.
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