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Enquanto grupos neonazistas crescem no Brasil e no mundo nos últimos anos, na próxima terça (27/01), a Federação Israelita do Estado do Rio (FIERJ) entra na campanha global #WeRemember (#Recordemos), do Congresso Judaico Mundial, para marcar o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, no Teatro Ipanema, a partir das 10h30. A data marca os 81 anos da libertação de Auschwitz — e, em 2026, também os 90 anos dos Jogos Olímpicos de Berlim, o evento “esportivo” que excluiu atletas judeus e anunciou a barbárie que viria logo depois.
Cinco sobreviventes do Holocausto — que reconstruíram suas vidas no Rio — estarão no teatro para relembrar o que não pode ser esquecido: Amália Gelband, que sobreviveu escondida sob outra identidade depois de perder a mãe em uma câmara de gás; Ellen Botler, que passou décadas em silêncio até decidir falar, aos 80 anos; Rolande Fischberg, com uma trajetória de fugas e reencontros; Helga Katz, que teve a coragem de voltar à cidade natal depois do horror; e Jorge Tredler, que transformou a sobrevivência em missão pedagógica.
“Honrar os seis milhões de judeus e milhões de outras vítimas do nazismo é também reafirmar nosso compromisso com a educação e contra todas as formas de intolerância”, diz Bruno Feigelson, presidente da FIERJ.
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Enquanto grupos neonazistas crescem no Brasil e no mundo nos últimos anos, na próxima terça (27/01), a Federação Israelita do Estado do Rio (FIERJ) entra na campanha global #WeRemember (#Recordemos), do Congresso Judaico Mundial, para marcar o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, no Teatro Ipanema, a partir das 10h30. A data marca os 81 anos da libertação de Auschwitz — e, em 2026, também os 90 anos dos Jogos Olímpicos de Berlim, o evento “esportivo” que excluiu atletas judeus e anunciou a barbárie que viria logo depois.
Cinco sobreviventes do Holocausto — que reconstruíram suas vidas no Rio — estarão no teatro para relembrar o que não pode ser esquecido: Amália Gelband, que sobreviveu escondida sob outra identidade depois de perder a mãe em uma câmara de gás; Ellen Botler, que passou décadas em silêncio até decidir falar, aos 80 anos; Rolande Fischberg, com uma trajetória de fugas e reencontros; Helga Katz, que teve a coragem de voltar à cidade natal depois do horror; e Jorge Tredler, que transformou a sobrevivência em missão pedagógica.
“Honrar os seis milhões de judeus e milhões de outras vítimas do nazismo é também reafirmar nosso compromisso com a educação e contra todas as formas de intolerância”, diz Bruno Feigelson, presidente da FIERJ.
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