A receita total do banco cresceu 13,1% em um ano, para US$ 13,70 bilhões no trimestre. No banco de investimento, a receita subjacente da unidade de mercados globais somou US$ 3,01 bilhões, alta de 31% — recorde para um segundo trimestre, impulsionada pelo melhor desempenho já registrado em ações, serviços de execução e financiamento, segundo o UBS.
O índice de eficiência, medido na relação entre despesas e receitas, melhorou para 72,9% no trimestre, ante 80,5% um ano antes. O banco atribui a melhora à integração com o Credit Suisse. O banco somou mais US$ 1,1 bilhão em cortes de custos no período, elevando a economia acumulada desde o fim de 2022 a US$ 12,6 bilhões — mais de 90% da meta de cerca de US$ 13,5 bilhões sendo prevista para o fim de 2026. Mais de 90% dos sistemas de TI herdados do Credit Suisse já saíram de uso, e cerca de 70% foram totalmente desativados, diz o banco.
O índice de capital principal (CET1), que mede a solidez do banco, ficou em 14,4% ao fim de junho, estável em um ano. A companhia afirma que a posição de capital, acima da meta de cerca de 14% do próprio UBS, permite seguir destinando recursos a crescimento e à devolução de capital aos acionistas: além de dividendo crescendo em ritmo de dois dígitos médios no ano, o UBS concluiu em julho um programa de recompra de ações e mantém outro, de até US$ 3 bilhões, que pretende concluir até o fim do segundo trimestre de 2027.
Os ativos sob gestão do banco somaram US$ 7,33 trilhões ao fim de junho, recorde histórico e alta de 10,7% em um ano. A unidade de gestão de fortunas recebeu US$ 36 bilhões em novos ativos líquidos no trimestre, e a gestora de recursos captou US$ 6 bilhões, segundo o UBS.
O que diz o UBS
O banco diz que a integração com o Credit Suisse, iniciada há quase três anos, começa a dar retorno aos acionistas. “Os fortes resultados do segundo trimestre e a geração saudável de capital fortaleceram ainda mais nosso balanço para todas as estações”, diz Sergio Ermotti, CEO do UBS.
























