O Ebitda ajustado, lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, somou R$ 3,586 bilhões no trimestre. A alta foi de 7,0% sobre o mesmo período de 2025, com margem de 51,5%, avanço de 0,7 ponto percentual. No conceito Ebitda-AL, que já desconta o efeito dos contratos de aluguel de infraestrutura (leases), o indicador somou R$ 2,802 bilhões, alta de 7,8%, com margem de 40,2%.
A dívida bruta da TIM totalizou R$ 17 bilhões ao fim do trimestre, alta de 1,7% em um ano. Descontado o efeito dos leases, a dívida somou R$ 3,4 bilhões, queda de 6,7% no período. A relação entre dívida líquida e Ebitda ficou em 0,89 vez; no conceito sem leases, o índice foi negativo, em -0,10 vez. A companhia encerrou o trimestre com R$ 4,5 bilhões em caixa, após quitar, em maio, o pagamento pela aquisição da I-Systems.
A companhia atribuiu parte da variação do resultado financeiro à consolidação das aquisições da I-Systems e da V8. As operações aumentaram a depreciação e amortização em R$ 65 milhões e pesaram R$ 14 milhões a mais no resultado financeiro líquido do trimestre. A base de comparação também foi mais forte no segundo trimestre de 2025, quando a TIM registrou R$ 195 milhões em ganhos não recorrentes, como reversão de provisão cível e resultado de fundo de 5G.
No acumulado do primeiro semestre de 2026, o lucro líquido ajustado da TIM cresceu 4,0% sobre igual período de 2025. O lucro por ação nos seis meses foi de R$ 0,78. A receita de serviços avançou 6,1% no semestre, o Ebitda ajustado subiu 6,8% e o Ebitda-AL, 7,8%, segundo a companhia.
Os destaques da TIM
Segundo a companhia, a base de clientes da TIM Ultrafibra teve mais de 100 mil adições líquidas desde junho de 2025. A empresa afirma ocupar a primeira posição em velocidade de crescimento de clientes entre os concorrentes, com base em dados da Anatel até maio de 2026.
























