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Mais sete casos de sarampo foram contabilizados no estado de São Paulo nesta sexta-feira, 7. Agora, já são 23 infectados, dos quais 16 não possuíam histórico de vacinação ou estavam com o esquema vacinal incompleto.
Os dados foram confirmados pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) junto à Secretaria Estadual de Saúde (SES). De acordo com a SES, dos 23 casos confirmados no estado, dois são importados e os outros estão relacionados à importação, embora ainda não tenha sido identificada a fonte de infecção.
Até a última segunda-feira (4), havia 16 casos da doença no estado, incluindo bebês, crianças e adultos. Os registros ocorreram na cidade de São Paulo, em São Bernardo do Campo e em Guarulhos.
Os sete novos casos são todos na capital, segundo a Secretaria Estadual da Saúde.
Reforço na vacinação
O cenário levou a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo a recomendar recentemente a vacinação contra a doença para todas as pessoas de 6 meses a 59 anos, com o objetivo de interromper a circulação do vírus.
A estratégia, que começou no dia 3 de agosto, vale até para quem já recebeu as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação.
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A Campanha de Multivacinação vai até 1º de setembro. Nos demais 642 municípios paulistas, a campanha estadual será voltada à atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes de até 15 anos.
O sarampo é uma das doenças infecciosas mais contagiosas que existem. Uma única pessoa infectada pode transmitir o vírus para até 90% das pessoas próximas que não estejam imunes, segundo o Ministério da Saúde.
A transmissão ocorre pelo ar, por meio de gotículas eliminadas ao tossir, espirrar ou falar.
A principal forma de prevenção contra a doença é vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola.
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A recomendação atual é que todos os moradores de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, com idade entre seis meses e 59 anos, procurem os postos de saúde para receber a vacina de reforço contra o sarampo, inclusive quem já tomou.
Em outras cidades, conforme orientações do Programa Nacional de Imunizações (PNI), o esquema vacinal varia de acordo com a idade. Em geral, o esquema vacinal prevê:
- duas doses para crianças, aplicadas aos 12 e aos 15 meses de idade;
- duas doses para pessoas de até 29 anos que ainda não estejam imunizadas;
- uma dose para adultos entre 30 e 59 anos, caso não tenham comprovação de vacinação anterior.
Crianças, adolescentes e adultos não vacinados devem procurar a unidade de saúde mais próxima para atualizar a caderneta, respeitando as indicações do Calendário Nacional de Vacinação.
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Na rotina dos serviços públicos de vacinação, há duas vacinas disponíveis para proteção contra o sarampo: vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e a tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela).
Quem não sabe se foi vacinado deve procurar uma unidade de saúde para avaliar a carteira de vacinação.
Quais são os sintomas?
Os principais sinais e sintomas do sarampo são as famosas manchas vermelhas (exantema) no corpo e febre alta (acima de 38,5°C) acompanhada de um ou mais dos seguintes sintomas:
- Tosse seca;
- Irritação nos olhos (conjuntivite);
- Mal-estar intenso.
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As manchas costumam surgir alguns dias após o início da febre. É comum que elas apareçam primeiro no rosto e atrás das orelhas, antes de se espalharem pelo restante do corpo. A persistência da febre após o aparecimento das manchas é um sinal de alerta e pode indicar gravidade, principalmente em crianças menores de 5 anos de idade.
Quem apresentar sintomas compatíveis deve procurar atendimento médico e evitar contato com outras pessoas até receber orientação profissional. Como o vírus permanece suspenso no ar por até duas horas em ambientes fechados, o isolamento ajuda a reduzir o risco de transmissão.
Também é importante informar ao profissional de saúde se houve contato com pessoas diagnosticadas com sarampo ou viagens recentes para áreas onde há circulação do vírus.
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Os dados foram confirmados pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) junto à Secretaria Estadual de Saúde (SES). De acordo com a SES, dos 23 casos confirmados no estado, dois são importados e os outros estão relacionados à importação, embora ainda não tenha sido identificada a fonte de infecção.
Até a última segunda-feira (4), havia 16 casos da doença no estado, incluindo bebês, crianças e adultos. Os registros ocorreram na cidade de São Paulo, em São Bernardo do Campo e em Guarulhos.
Os sete novos casos são todos na capital, segundo a Secretaria Estadual da Saúde.
Reforço na vacinação
O cenário levou a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo a recomendar recentemente a vacinação contra a doença para todas as pessoas de 6 meses a 59 anos, com o objetivo de interromper a circulação do vírus.
A estratégia, que começou no dia 3 de agosto, vale até para quem já recebeu as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação.
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A Campanha de Multivacinação vai até 1º de setembro. Nos demais 642 municípios paulistas, a campanha estadual será voltada à atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes de até 15 anos.
O sarampo é uma das doenças infecciosas mais contagiosas que existem. Uma única pessoa infectada pode transmitir o vírus para até 90% das pessoas próximas que não estejam imunes, segundo o Ministério da Saúde.
A transmissão ocorre pelo ar, por meio de gotículas eliminadas ao tossir, espirrar ou falar.
A principal forma de prevenção contra a doença é vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola.
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A recomendação atual é que todos os moradores de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, com idade entre seis meses e 59 anos, procurem os postos de saúde para receber a vacina de reforço contra o sarampo, inclusive quem já tomou.
Em outras cidades, conforme orientações do Programa Nacional de Imunizações (PNI), o esquema vacinal varia de acordo com a idade. Em geral, o esquema vacinal prevê:
- duas doses para crianças, aplicadas aos 12 e aos 15 meses de idade;
- duas doses para pessoas de até 29 anos que ainda não estejam imunizadas;
- uma dose para adultos entre 30 e 59 anos, caso não tenham comprovação de vacinação anterior.
Crianças, adolescentes e adultos não vacinados devem procurar a unidade de saúde mais próxima para atualizar a caderneta, respeitando as indicações do Calendário Nacional de Vacinação.
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Quem não sabe se foi vacinado deve procurar uma unidade de saúde para avaliar a carteira de vacinação.
Quais são os sintomas?
Os principais sinais e sintomas do sarampo são as famosas manchas vermelhas (exantema) no corpo e febre alta (acima de 38,5°C) acompanhada de um ou mais dos seguintes sintomas:
- Tosse seca;
- Irritação nos olhos (conjuntivite);
- Mal-estar intenso.
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As manchas costumam surgir alguns dias após o início da febre. É comum que elas apareçam primeiro no rosto e atrás das orelhas, antes de se espalharem pelo restante do corpo. A persistência da febre após o aparecimento das manchas é um sinal de alerta e pode indicar gravidade, principalmente em crianças menores de 5 anos de idade.
Quem apresentar sintomas compatíveis deve procurar atendimento médico e evitar contato com outras pessoas até receber orientação profissional. Como o vírus permanece suspenso no ar por até duas horas em ambientes fechados, o isolamento ajuda a reduzir o risco de transmissão.
Também é importante informar ao profissional de saúde se houve contato com pessoas diagnosticadas com sarampo ou viagens recentes para áreas onde há circulação do vírus.


















