Receita líquida regulatória somou R$ 1,24 bilhão, alta de 20,9% em um ano. Segundo a companhia, o avanço refletiu o reajuste tarifário de 5,32% pelo IPCA, a incorporação de receita anual permitida de projetos energizados e menor impacto de PAs. A redução do componente financeiro da RBSE e o fim de recebimentos retroativos limitaram a alta.
Ebitda (indicador que mede a geração de caixa) regulatório totalizou R$ 966,9 milhões, avanço de 22,5%. A empresa atribuiu o resultado à entrada em operação de projetos e ao aumento da receita acima das despesas. A redução do componente financeiro da RBSE, o fim de recebimentos retroativos e custos maiores com desativação de bens compensaram parte do efeito.
Capex (indicador de investimento da empresa) ficou em R$ 1,05 bilhão, queda de 4,4%. A companhia informou que investiu menos em projetos greenfield após as energizações de Jacarandá e Piraquê. Os investimentos em reforços e melhorias subiram R$ 66,1 milhões, para R$ 445,4 milhões.
Dívida líquida alcançou R$ 16,29 bilhões em 30 de junho, alta de 15,3% ante 31 de dezembro de 2025. Segundo a companhia, o aumento decorreu da menor posição em aplicações financeiras após o pagamento de R$ 495,3 milhões em juros sobre capital próprio no primeiro trimestre, dos investimentos e da 22ª emissão de debêntures, de R$ 1,0 bilhão.
Na contabilidade IFRS, o lucro líquido foi de R$ 688,6 milhões, alta de 220,0%. A companhia atribuiu a diferença para a base regulatória ao reconhecimento de receita de infraestrutura e remuneração de ativos de concessão, aos custos de implementação, à ausência de depreciação de ativos de concessão, à equivalência patrimonial e ao IR/CSLL.
No primeiro semestre, o lucro líquido regulatório foi de R$ 531,6 milhões, queda de 10,4%. A receita líquida atingiu R$ 2,47 bilhões, alta de 14,3%; o Ebitda chegou a R$ 1,99 bilhão, avanço de 16,1%; e o capex somou R$ 2,28 bilhões, alta de 3,0%.
























