No consolidado, o prejuízo dos acionistas controladores foi de R$ 252 milhões. O resultado incluiu R$ 49 milhões de prejuízo em operações descontinuadas.
Receita líquida caiu 9,6%, para R$ 4,228 bilhões. A companhia atribuiu o recuo à descontinuidade do formato Aliados, ao reequilíbrio das vendas no e-commerce, ao portfólio de lojas e ao efeito calendário, que tiveram impacto negativo conjunto de 6,1% nas vendas. A recuperação extrajudicial afetou o abastecimento das lojas, com aumento temporário de ruptura, e o consumo ficou pressionado, segundo a empresa.
O Ebitda (indicador que mede a geração de caixa) Ajustado Consolidado subiu 7,4%, para R$ 450 milhões. Segundo a companhia, o avanço refletiu iniciativas de eficiência, gestão de despesas, otimização da estrutura de custos operacionais e priorização de operações de maior rentabilidade.
Capex ajustado caiu 52,8%, para R$ 76 milhões. A redução decorreu de menores investimentos em abertura de lojas, tecnologia da informação e logística, informou a empresa. Capex (indicador de investimento da empresa) foi reportado líquido de financiamento built to suit.
Dívida líquida, incluindo recebíveis de cartão não antecipados, chegou a R$ 3,65 bilhões. O montante ficou 7,6% acima dos R$ 3,39 bilhões registrados no primeiro trimestre de 2026. Em análise pro forma, sujeita à homologação do plano, a dívida seria de R$ 1,18 bilhão.
No primeiro semestre de 2026, a companhia capturou R$ 244 milhões em eficiências. O valor equivaleu a 58,9% da meta anual de R$ 415 milhões. O capex contábil somou R$ 162 milhões, redução de R$ 195 milhões ante o primeiro semestre de 2025.




















